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Computação cognitiva: conheça uma das grandes tendências de TI


Pense em como eram as relações entre humanos e máquinas há 25 anos. Essas interações não eram tão inteligentes vindas dos computadores, não é mesmo? Nós precisávamos compreender linguagens de programação, as interações eram limitadas e não tínhamos tantos recursos como hoje em dia.

Contudo, essa época ficou no passado. Hoje os avanços tecnológicos permitem que possamos ter tecnologias inteligentes que se aproximam da forma com a qual nosso cérebro funciona. Nesse contexto surge a computação cognitiva.

Ela traz uma série de benefícios para os negócios e você precisa estar atento para entender como isso vai revolucionar as relações com as tecnologias para o futuro próximo. Boa leitura!

 

O que é a computação cognitiva

A computação cognitiva surgiu com o objetivo de trazer orientações que permitam as máquinas terem interações muito semelhantes com as humanas, levando em consideração questões como fala, tato e visão. Isso torna os dispositivos ainda mais acessíveis e próximos da nossa realidade, além, é claro, de trazer novos recursos importantes e interessantes.

Assim há uma aproximação com o modo de funcionamento do pensamento humano. Um dos exemplos, inclusive, é o famoso Watson, desenvolvido pela IBM, para a análise de um grande volume de dados e geração de alternativas factíveis. Ele tem sido utilizado em grande escala e podemos esperar a presença de muitas das suas análises preditivas em nosso dia a dia.

Um exemplo de computação cognitiva que encontramos no nosso dia a dia são os assistentes virtuais que utilizamos no dia a dia, como a Alexa (Amazon) e Siri (Apple). Isso é um sinal de como a transformação digital chega com maior impacto em nossa vida pessoal. 

Esses sistemas são baseados em autoaprendizagem algorítmica (Machine Learning e Deep Learning), ou seja, ele vai refinando suas análises de acordo com o aumento no volume de dados que chegam ao input. Se diferencia, por exemplo, da inteligência artificial porque foca em compreensão e simulação de raciocínio e do comportamento humano.

Quais os benefícios da computação cognitiva

A computação cognitiva tem se tornado uma forte alternativa para o dia a dia das empresas e promete ser um dos grandes futuros para a transformação digital nas organizações. Por isso é fundamental que você possa compreender quais são os benefícios da computação cognitiva. Vejamos a seguir mais sobre isso.

  • Uso de sistemas elaborados

A computação cognitiva permite, assim, garantir o uso de sistemas elaborados de forma integrada e eficiente. Isso é fundamental para trazer maiores possibilidades de robusteza na análise de dados e geração de cenários preditivos. Com isso é possível que você consiga otimizar ainda mais as rotinas do negócio.

  • Proatividade no dia a dia

Com análises mais precisas em mãos é possível ter maior proatividade nas condutas do dia a dia. Com isso é possível reduzir gargalos e problemas e identificar eventuais erros assim que eles aparecem. Cada vez mais agilidade na solução de problemas é fundamental para minimizar prejuízos e gerar respostas mais eficientes no dia a dia.

Isso gera outros benefícios secundários, como redução de custos, evita prejuízos de imagem, minimiza eventuais manutenções e torna o negócio mais ágil e eficiente no dia a dia.

  • Melhora de performance

Quando utilizamos soluções cognitivas, podemos ter dados estruturados e não estruturados analisados automaticamente, em um grande volume e menor tempo. Essas informações, caso fossem analisadas de forma manual ou com outros modelos de computação, demorariam muito tempo e, assim, levariam a uma demora maior para ter os resultados esperados.

  • Incentivo à inovação

Outro ponto importante também é que trazer a inovação da computação cognitiva favorece a entrada de novas tecnologias importantes nesse cenário e, assim, trazer maiores potencialidades para os ambientes internos das empresas. Com isso, mais soluções interessantes começam a adentrar os espaços das organizações e tornam as rotinas ainda mais eficientes.

 

Quais as aplicações da computação cognitiva nas empresas

Mas tudo que falamos ainda está um pouco abstrato, não é mesmo? Por isso é fundamental entender quais são as aplicações dela nas empresas. Vamos trazer mais a seguir sobre elas.

  • Gestão de pessoas

A computação cognitiva permite ter análises de indicadores internos mais eficientes e, assim, trazer uma gestão de pessoas mais otimizada. Isso porque é possível identificar, por exemplo, quais são os rendimentos dos times e quais são os eventuais gargalos. Com isso, o setor de RH consegue trazer esses pontos para o diálogo e resolver problemas antes que eles tomem uma maior proporção.

  • Gestão de clientes

A computação cognitiva permite ter uma melhor gestão de clientes no dia a dia, seja para compreensão de padrões de comportamento e, consequentemente, potencializar ações de marketing e vendas, seja para trazer um atendimento personalizado e diferenciado.

Um exemplo é o uso de chatbots que auxiliem não só a trazer uma comunicação automatizada, mas direcionada para aquele perfil de cliente. Com isso há uma melhor resolução de questões e satisfação do cliente.

Além disso, é possível identificar padrões de interesses e, assim, direcionar produtos e serviços que tenham maior potencial de aquisição por parte do cliente. Com isso, é possível aumentar as possibilidades de conversão.

  • Gestão de projetos

Outro ponto no qual a computação cognitiva tem ganhado muita força é na gestão de projetos. Ele permite identificar o andamento dos projetos, analisar o andamento e as métricas existentes e apontar quais são os pontos que merecem atenção para contornar eventuais situações e melhorar questões que possam gerar gargalos antes que propicie eventuais prejuízos.

Por exemplo, se a computação cognitiva apontar que determinado ponto está com menos avanços e, assim, represente que há um entrave no projeto. Assim, é possível reformulá-lo e garantir que essa atualização ocorra antes que cause danos em prazos de entrega, por exemplo.

 

A computação cognitiva é o futuro das organizações. Novas soluções e tecnologias estão sendo desenvolvidas com esse modelo e há uma perspectiva de novos avanços nos próximos anos. Não deixe de estar atento para isso, ok?

Dentro desse cenário temos também a importância de outras duas tecnologias importantes: o Big Data e Data Analytics. Preparamos um artigo com todas as informações que você precisa saber sobre o tema. Não perca!

 

 

 

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Qual é a importância de construir um planejamento estratégico? Saiba agora!


No mundo empresarial, existe um documento capaz de funcionar como uma bússola para os negócios: o planejamento estratégico. É ele quem determinará as ações a serem executadas e quanto recurso gastar para isso. Assim, todos os departamentos podem convergir para um mesmo cenário de crescimento.

Este artigo mostrará como isso é possível. Ao ler o texto, você entenderá melhor o conceito de planejar com inteligência, Verá porque isso é tão importante, afinal de contas e, por fim, saberá quais são as vantagens conseguidas por quem coloca em prática o planejamento em uma organização.

Pronto para a leitura? Então prossiga!

 

O que é um planejamento estratégico?

Ter um planejamento estratégico significa criar um caminho para tornar viável o alcance da visão de futuro de uma organização. É muito comum que gestores e líderes saibam onde querem fazer suas empresas chegarem, mas nem sempre o modo de percorrer esse caminho fica claro.

É o planejamento feito de forma inteligente (estrategicamente) que mostrará os passos a serem seguidos para alcançar o objetivo proposto. Por meio de definição de metas e etapas bem definidas, as ações a serem tomadas serão interconectadas visando o alvo da companhia.

 

Qual é a importância de ser guiado por um plano desses?

Imagine alguém fazendo uma viagem, só que sem saber qual é o destino e que caminho deve seguir para alcançar esse lugar desconhecido. Provavelmente nada nesse cenário dará certo, pois não existem objetivos a serem perseguidos.

Assim é uma empresa sem um planejamento estratégico, ficando “à deriva”. A importância desse plano está exatamente em direcionar recursos e esforços para atingir as metas traçadas. Cada departamento deve ser guiado pelo planejamento, pois assim os setores saberão o que fazer e quando fazer. Cada um contribuirá com sua parte para o bem maior da empresa.

 

Quais são as vantagens oferecidas por um planejamento estratégico?

Veja os principais benefícios proporcionados.

Maior vantagem competitiva

Infelizmente, várias empresas não são guiadas por um planejamento estratégico. Dessa forma, as companhias que o detém possuem larga vantagem no mercado. Ter um plano como guia das ações da empresa pode colocar uma organização em uma posição muito favorável frente às suas concorrentes.

Proteção contra mudanças de mercado

O mercado como um todo é muito dinâmico. Além disso, existem imprevistos que provocam guinadas repentinas e é preciso grande plasticidade para se adaptar. Empresas que contam com planejamento prévio estão menos susceptíveis a mudanças e podem se adaptar mais rapidamente, pois diversos cenários já são previamente desenhados e previstos.

Melhora a tomada de decisão

Nenhuma organização está imune a erros. No entanto, aquelas que contam com bons planejamentos podem corrigir suas falhas mais rapidamente, pois o processo de tomada de decisão é mais assertivo.

Ter um planejamento estratégico pode ser o diferencial de uma organização entre o sucesso e o fracasso. Assim, é recomendado estudar as técnicas e se estruturar antes mesmo de iniciar uma operação. Certamente o caminho traçado será percorrido de forma muito mais eficaz e os resultados atingidos trarão benefícios como aumento de lucro e crescimento contínuo.

 

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KPIs financeiros: o que são e como acompanhá-los


Acompanhar de perto todos os detalhes do dia a dia é algo imprescindível para o sucesso de qualquer negócio, sobretudo se considerarmos que vivemos uma época de grande competitividade em todos os setores do mercado. Por isso, preparamos este guia mostrando o que é um KPI financeiro e quais indicadores podem ser úteis para uma empresa. 

Por meio de uma análise precisa e estratégica destas métricas, é possível obter uma série de benefícios incríveis, fazendo com que gestores e empreendedores consigam um melhor embasamento para suas tomadas de decisão. Quer descobrir como fazer isso? Então, continue lendo o conteúdo a seguir!

 

Qual o conceito de um KPI financeiro?

A sigla KPI deriva das palavras inglesas Key Performance Indicator, que podem ser traduzidas como indicador chave de desempenho. Como o próprio nome já diz, eles dizem respeito aos dados relacionados com a rotina econômica e operacional de uma organização empresarial, que podem ser analisadas isoladamente ou em conjunto. 

Ao observar tais métricas, os gestores, empreendedores e profissionais ganham a prerrogativa de organizar melhor suas estratégias ao analisarem informações, de forma a obter melhores resultados em todas as áreas da instituição. Isso vai além das finanças, incluindo setores como como vendas, marketing, estoque, produção, recursos humanos e muito mais.

Existem diversos tipos de KPIs, visto que eles são desenvolvidos de acordo com as características do negócio e o segmento de mercado no qual ele está inserido, de forma a serem mais relevantes dentro do contexto para o qual será utilizado. Além disso, nada impede que você crie os seus próprios indicadores, em sintonia com suas necessidades.

Para obter sucesso no uso de um KPI financeiro, é preciso apostar no acompanhamento periódico, bem como que estas métricas sejam específicas, mensuráveis, atingíveis, úteis e temporais. Com isso, é viável fazer comparações, ter uma compreensão maior e propor os ajustes essenciais para se atingir o sucesso esperado em curto, médio e longo prazos. 

 

Qual a importância do KPI financeiro para as empresas?

Com a alta competitividade que o mercado oferece para a grande maioria de seus segmentos nos tempos atuais, é muito difícil sobreviver sem otimizar os processos internos e ter muita precisão nas operações econômicas realizadas por uma empresa, não é verdade? Por isso mesmo, a importância de utilizar KPIs financeiros é enorme. 

Não importa se a instituição é de pequeno, médio ou grande porte: os indicadores são essenciais para uma gestão mais assertiva e inteligente, por meio da obtenção e análise de resultados reais para uma melhor organização. Por meio de dados mais exatos, a tendência é conquistar uma elevação no desempenho de todos os setores, times e profissionais.

Como vimos, um KPI financeiro é um indicador de desempenho cujos valores e medições estarão relacionados com os processos econômicos empresariais. Em suma, a sua grande funcionalidade se dá no oferecimento de subsídios que poderão promover o aprimoramento de pontos que não estejam satisfatórios e intensificação daquilo que já está dando certo. 

Sendo assim, indicadores são ferramentas tanto de exame quanto de previsão, que podem ajustar eventuais impressões distorcidas por parte dos gestores, algo que é muito comum, dada a complexidade administrativa que qualquer empresa oferece. A partir disso, deve-se elaborar um plano de ação eficiente, para potencializar a performance e evitar crises.  

 

Quais as vantagens de fazer um bom acompanhamento?

Agora que você já está mais bem familiarizado com o conceito de KPI financeiro e entendeu como ele é importante para o sucesso de uma empresa, vamos aumentar os seus conhecimentos sobre o assunto apresentando algumas das principais vantagens de fazer um bom acompanhamento dos indicadores. Acompanhe.

Tomadas de decisões mais assertivas

Inegavelmente, uma das grandes vantagens de fazer um bom acompanhamento dos KPIs financeiros é que os gestores e empreendedores adquirem muito mais embasamento para suas tomadas de decisão. Por meio de informações qualificadas e, acima de tudo, atualizados, é possível ter uma compreensão macro de tudo o que acontece na empresa. 

Se o indicador estiver bem contextualizado e apresentado de uma maneira clara e objetiva, os resultados podem ser supreendentemente positivos, deixando os tempos de decisões intuitivas para trás e, agora, fazendo isso de forma bastante fundamentada. Tudo depende de como os levantamentos serão feitos e de ter um olhar atento para eles.

Atualização constante de informações

Outra das vantagens mais significativas de fazer um bom acompanhamento dos KPIs financeiros é que isso permite uma atualização constante de informações. Afinal, pela própria natureza dos hábitos de observar e avaliar indicadores, o negócio precisará se manter em perfeita sintonia com o que está acontecendo com o mercado e com a própria empresa. 

Isso é crucial, tendo em vista que atuar embasado em números que apresentem uma grande defasagem de tempo seria altamente perigoso e poderia gerar interpretações que não condizem mais com a realidade da operação. Por meio do uso de soluções em tecnologia, como um software de gestão ou sistema ERP, isso fica muito mais simples. 

Maior controle financeiro do negócio

Não dá para falar das vantagens de fazer um bom acompanhamento dos KPIs financeiros sem falar que isso, obviamente, proporcionar um maior controle da parte financeira da empresa, não é mesmo? Com indicadores, fica mais simples entender que áreas estão consumindo mais recursos, quais setores estão oferecendo mais retorno e assim por diante.

Dessa maneira, fica mais simples saber como agir para aprimorar o desempenho da organização, baseando a tomada de decisões em uma fonte segura e que traz o monitoramento dos números do negócio. Os gestores passam a discernir melhor quais são os pontos de melhoria e que demandam mais investimentos.

Oportunidade de uma visão mais holística

Ter uma visão holística significa enxergar o todo, entendendo de que forma cada detalhe está interferindo os resultados obtidos pela empresa. E essa é mais uma das vantagens que o bom acompanhamento dos KPIs financeiros pode proporcionar para o seu negócio: você poderá compreender melhor suas negociações, fornecedores, setores, colaboradores e clientes. 

Para conseguir fazer isso de forma eficaz e com um resultado realmente favorável, será necessário sintetizar os dados encontrados nos indicadores, sobretudo quando relacionados com questões econômicas. É preciso apresentar um panorama geral bem estruturado, apostando em um grande senso crítico e detalhista, mas, ao mesmo tempo, amplo.

Alinhamento entre metas e objetivos

Embora muitas pessoas possam considerar metas e objetivos como sinônimos, existe alguma diferença entre tais conceitos. Enquanto um objetivo nada mais é do que a descrição qualitativa de algo que desejamos alcançar, a meta está mais relacionada com a descrição de como serão medidos os progressos e as etapas rumo ao propósito final. 

Entretanto, o que é importante saber aqui é que um bom acompanhamento dos KPIs financeiros pode ajudar sua empresa em ambos os casos. As informações oferecidas pelos indicadores que você escolher darão amparo para que a gestão possa construir um plano de ações e um planejamento estratégico mais eficaz para sua organização. 

Possibilidade de investimentos mais seguros

Uma das decisões mais difíceis de gestores e empreendedores, independentemente do seu segmento de mercado, está relacionada com a decisão por fazer aportes consideráveis de capital para um ou outro investimento. Dependendo do caso, um erro pode colocar em risco a saúde financeira do negócio e culminar até em um encerramento das atividades. 

Já quando você faz um bom acompanhamento dos indicadores, as chances de que isso aconteça são drasticamente reduzidas. Com os KPIs corretos, você consegue estabelecer a capacidade do caixa e alocar recursos para um melhor desenvolvimento. Também dá para dimensionar os retornos esperados para cada aplicação realizada.

Criação de incentivos individuais de desempenho

KPIs financeiros também podem ter funções para as quais eles não foram propriamente designados, ao menos na sua concepção inicial. Embora tenham a sua maior utilidade nos aspectos diretamente econômicos da empresa, os indicadores conseguem fornecer elementos fundamentais para diversas áreas e segmentos dentro do próprio negócio.

Uma aplicação interessante que um KPI pode ter é auxiliar na criação de incentivos individuais de desempenho dos colaboradores. As informações oferecidas, por si só, já têm a capacidade de incentivar os funcionários a trabalharem de forma mais eficaz. Além disso, os gestores podem oferecer bonificações de acordo com quem apresentar os melhores resultados. 

Estabelecimento de impulsionamento das vendas

Da mesma maneira que um bom acompanhamento de iniciadores pode ajudar na criação de incentivos individuais de desempenho, eles também podem ser úteis no estabelecimento de impulsionamento das vendas. Na realidade, esse é um dos setores que mais pode se beneficiar dos KPIs financeiros, sobretudo quando eles são bem montados e observados.

Algumas métricas como o ticket médio, por exemplo, podem ajudar a compreender a eficácia dos colaboradores e o perfil dos clientes, entre outras características. Sendo assim, fica viável definir objetivos para as equipes comerciais e estabelecer uma recompensa para quem atingir ou superar as metas, elevando a produtividade geral do empreendimento.

 

Quais os principais KPIs financeiros que os gestores devem acompanhar?

Se você chegou até aqui, você já sabe muito bem quais as vantagens de fazer um bom acompanhamento e a importância que os KPIs financeiros têm para uma empresa que anseia pelo sucesso. Para poder aplicar tal estratégia, no entanto, você precisa compreender quais os principais indicadores que os gestores devem acompanhar. Confira. 

Lucratividade

Um dos KPIs financeiros mais conhecidos entre gestores de qualquer segmento do mercado é a Lucratividade. Como o próprio nome já diz, trata-se de uma métrica que aborda especificamente o lucro, que é um objetivo comum de toda empresa. No entanto, a sua obtenção e análise permite conseguir uma série de informações interessantes.

Com esse indicador chave de performance, fica mais simples compreender quais os riscos de um negócio, ou seja, a verdadeira capacidade de se sustentar dentro do ramo, mantendo a competitividade. Também é uma maneira de verificar se os custos estão muito elevados, quando o faturamento é alto, mas os lucros não são. 

Existem algumas fórmulas distintas para calcular a lucratividade, mas uma das mais simples e eficazes é dividir o lucro líquido da empresa pela receita bruta e depois multiplicar por cem. É importante compreender que o resultado que pode ser considerado bom para uma instituição pode ser péssimo para outra, dependendo de suas características e área de atuação. 

Ticket Médio

O Ticket Médio é um dos indicadores mais utilizados no mercado e ganhou ainda mais espaço com a popularização de e-commerces ou lojas comuns que também passaram a atuar pela internet. Como tudo é mensurável na web, ficou mais simples ainda compreender quanto os clientes estão, em média, consumindo em determinada empresa.  

O Ticket Médio é justamente isso: a quantia média gasta nos pedidos. Quanto maior ela for, mais os consumidores estarão gastando. Por outro lado, quando muita baixa, pode indicar que você não está oferecendo uma boa variedade de produtos ou serviços, bem como problemas no site, falhas de marketing e assim por diante. 

Embora o Ticket Médio possa parecer algo sofisticado, sua fórmula não poderia ser mais simples: basta estipular o período no qual você quer cobrir, que pode ser de uma semana, quinzena, mês, semestre ou mesmo um ano. Depois, é só pegar as vendas que foram realizadas neste tempo e dividir a soma delas pelo número de clientes.

Rentabilidade

Esse indicador financeiro é muito poderoso e pode ser uma excelente fonte de informações para gestores e empreendedores que pretendem ter uma atuação bastante assertiva no mercado. Para calcular a Rentabilidade, portanto, é preciso incluir alguns dados da empresa, como os investimentos feitos e os ganhos proporcionais a eles. 

Uma das fórmulas disponíveis para o seu cálculo é dividir o lucro líquido em determinado período pelos investimentos feitos nesse mesmo período, multiplicando o resultado por cem. Dessa maneira, é possível fazer comparações com outras épocas, detectar padrões de mudança ou antever um movimento de queda, por exemplo. 

Com o resultado em mãos, fica mais simples decidir por investir no que está dando certo ou realinhar as ações que não se mostraram tão efetivas. Embora seja comum confundir este KPI com o de Lucratividade, lembre-se que a Rentabilidade compara os ganhos considerando as aplicações realizadas, cruzando tais informações.  

Faturamento

O Faturamento outro dos indicadores mais importantes e utilizados por gestores, pois ele fornece uma informação muito importante para qualquer empreendimento. Em linha gerais, podemos afirmar que tal métrica visa indicar o quanto está entrando na empresa, de uma forma básica, até para que possa ser utilizado para outras métricas. 

Altamente objetivo, o faturamento nada mais é do que a soma de todas as receitas. Uma vez calculado o valor, ele pode ser comparado, por exemplo, com as metas que haviam sido estabelecidas previamente. Se for muito baixo, pode ser preciso alterar as estratégias de marketing, estipular novas ações, fornecer treinamentos e assim por diante.

Margem de lucro

A margem de lucro é uma métrica financeira muito relevante, uma vez que a lucratividade é fundamental para a manutenção do funcionamento de qualquer empresa no mercado. Esse indicador está relacionado com a porcentagem adicionada aos custos totais de um produto ou serviço, que é o que define o quanto será capitalizado em cada negociação.

Trata-se de um KPI essencial para a formação do preço, pois é o que assegura que o valor solicitado pelo item cobrirá, de forma efetiva, os custos gerados por ele, sem sair de uma média razoável para o que é praticado no segmento. Vale lembrar que é possível calcular tanto a versão bruta quanto a líquida, ambas muito importantes.

A fórmula para a margem de lucro bruta consiste em dividir o lucro bruto pela receita líquida, multiplicando o resultado por cem, enquanto a margem de lucro líquida nada mais é do que o lucro líquido dividido pela receita líquida, também multiplicando por cem. Com essas informações, é possível fazer ajustes e se adequar melhor ao mercado. 

ROI

A sigla ROI quer dizer Return on Investment, que pode ser traduzindo como Retorno sobre o Investimento. Hoje em dia, é uma das métricas mais utilizadas no mercado, sendo interessante para empresas que praticamente todos os ramos. Em linhas gerais, a sua função é a de medir o quanto uma ação está trazendo, efetivamente, de lucro para o negócio. 

O seu conhecimento é imprescindível para realinhar estratégias, otimizar processos e compreender a relação custo-benefício de cada decisão. Também é uma opção para identificar pontos falhos, sobretudo nos departamentos de marketing, vendas e comunicação, que estão entre os que consomem mais recursos da gestão. 

Embora possa parecer complexo em um primeiro momento, a fórmula básica do ROI é bem simples. Basta subtrair o valor investido do ganho obtido, dividindo o resultado novamente pelo valor investido e multiplicando por cem. Para melhor visualização, ela fica assim: ROI = (Ganhos obtidos – Valor do investimento) / Valor do investimento x 100.

Demonstrativo de resultados

Se você atua no mercado há algum tempo, é bem provável que já tenha ouvido falar sobre o Demonstrativo de Resultados do Exercício, também conhecido pela sua sigla DRE. É um recurso muito utilizado por quem deseja conhecer a fundo um negócio, servindo também para questões de contabilidade e fiscalização da empresa.  

Dentre as suas principais funções, está a de fornecer uma visão ampla de competência e do desenvolvimento da instituição, como um relatório que acompanha diversos outros indicadores. Ele deve conter dados como receita líquida e bruta, abatimento e impostos, custos de produtos ou serviços, lucros, prejuízos, participações em debêntures, etc.

Com isso, é possível entender melhor uma série de questões, como as despesas gerais, o nível de endividamento, a incidência de tributos, a composição dos gastos e assim por diante. Mais do que um mero KPI financeiro, é uma exigência legal, mas que pode possibilitar que gestores e empreendedores ganhem informações valiosas, interna e externamente. 

Giro de estoque

A sua empresa trabalha com estoque? Então, conhecer o seu giro é fundamental para ter sucesso. O giro de estoque serve justamente para tal função, uma vez que o desconhecimento sobre o setor pode levar ao desabastecimento, prejuízos desnecessários ou até perda de credibilidade perante os clientes e o mercado como um todo. 

Este indicador revela a velocidade pela qual o inventário foi ou não renovado em um determinado período, além do tempo médio de permanência de todos os itens antes de serem vendidos. A sua fórmula é simples, demandando apenas que se divida a quantidade de artigos vendidos pelo total de produtos que foram adquiridos. 

Quando este resultado é menor do que 1, isso quer dizer que você tem compras sobrando, que não foram vendidas e permanecem no estoque. Se for maior, significa houve renovação, pelo menos uma vez, no intervalo avaliado. Você pode usar diferentes periodicidades, fazendo análises semanais, quinzenais, mensais, semestrais ou anuais, de acordo com seu ramo. 

 

Como uma solução de tecnologia pode ajudar?

Você já entendeu que saber como avaliar os KPIs financeiros é fundamental para o sucesso do seu negócio, não é mesmo? No entanto, mesmo com todos os conhecimentos que você obteve ao longo do conteúdo acima, é bastante provável que você ainda tenha dúvidas sobre como fazer isso, pelo menos de uma maneira eficiente. 

Para ajudá-lo nesse sentido, você não pode abrir mão de uma solução em tecnologia. Nos dias de hoje, existem ferramentas extraordinárias, que centralizam as informações e melhoram a capacidade de interpretação dos gestores, oferecendo relatórios e outras funcionalidades muito interessantes para o dia a dia de uma empresa.  

Entre os mais populares, estão os sistemas ERP e softwares de gestão, que podem auxiliar os processos internos, automatizar operações manuais e garantir um excelente banco de dados, conferindo maior autonomia na realização das tarefas e aprimorando a comunicação. É um incrível diferencial competitivo, que pode viabilizar o alcance de objetivos estratégicos.

 

Como você pôde ver, saber como lidar com um KPI financeiro é uma necessidade para gestores e empreendedores, que não podem deixar de utilizar os indicadores como uma valiosa fonte de informação para suas tomadas de decisão. 

Gostou de aprender mais sobre o conceito e a importância de um KPI financeiro? Quer contar com um excelente sistema ERP ou um incrível software de gestão para o seu negócio? Então, não perca mais tempo: entre em contato conosco e conheça nossa solução!

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Programa 8S: Descubra a importância de cada S!


O programa 8S é uma incrível ferramenta de gestão da qualidade, que tem como objetivo proporcionar um ambiente de trabalho mais adequado, visando impulsionar uma maior produtividade organizacional.  

A metodologia do Programa 8S pode ser implantada em sua empresa. Ela identifica problemas, cria uma cultura de disciplina e propõe ações que geram melhorias contínuas. Deseja saber mais? É só continuar a leitura deste post. Confira!

 

Qual a importância de cada senso no Programa 8S?

Para entender a proposta da ferramenta, vamos a uma situação prática! Você sempre se estressa porque tem dificuldade em localizar os itens de trabalho? Sua produtividade já foi afetada por conta da desorganização no escritório? Se alguma das respostas forem positivas, o Programa 8S pode lhe ajudar. Veja!

1. Senso de Determinação e União (ação conjunta entre gestores e colaboradores)

O ponto de partida dessa metodologia aborda as tarefas em equipe para alcançar os objetivos propostos. Elementos como comprometimento, motivação, liderança e comunicação são fundamentais nesse processo. No entanto, durante a implementação, trate todos com respeito e favoreça boas condições de trabalho.

2. Senso de Treinamento (qualificar para atingir objetivos)

O segundo senso tem por objetivo planejar todas as ações do programa. Partindo do pressuposto que colaboradores bem treinados apresentam maior eficiência e têm mais empregabilidade, é nessa etapa que a metodologia também abre espaço para qualificar cada profissional que atua na organização.

3. Senso de Utilização (diminuir os obstáculos e aumentar a produtividade)

A terceira etapa da metodologia sinaliza que devemos analisar se todas as ferramentas ou materiais que estão disponíveis na área de trabalho são itens necessários. Caso contrário, vale guardar ou descartar. Portanto, diminuindo os obstáculos, você aumenta a produtividade. 

4. Senso de Ordenação (facilidade de acesso aos itens úteis)

A proposta da quarta etapa da metodologia reforça a ideia que devemos definir um local de fácil acesso para expor os materiais, documentos e até equipamentos necessários no dia a dia de trabalho. Portanto, identifique, ordene e organize tudo aquilo que é útil!

5. Senso de Limpeza (cuidados e padronização)

Nessa quinta etapa, reforçamos os cuidados e a eliminação de sujeira para manter o ambiente seguro, limpo e agradável, pois são aspectos motivadores. Nesse processo, uma ação eficiente é inspecionar o espaço para detectar problemas potenciais e causadores de desperdícios ou acidentes.

6. Senso de Bem Estar (propor melhorias constantes)

Quanto a sexta etapa, a proposta vem com a implantação de ações que visam a melhoria da qualidade de vida de todos os colaboradores. Para aplicar a metodologia, vale criar condições que favoreçam a saúde mental, física e emocional da equipe aliada com boas práticas de higiene e de vivência.

7. Senso de Autodisciplina (seguir regras e padrões)

É nessa etapa que os líderes devem propor ações que conscientizem a equipe acerca da importância do autodesenvolvimento. Para garantir uma eficiente implementação, vale seguir regras e obedecer procedimentos sem esquecer de abrir espaço para sugestões em busca da melhoria contínua.

8. Senso de Economia e Combate aos Desperdícios (usar apenas o necessário)

Essa última etapa da metodologia foca na eliminação dos desperdícios, ou seja, nos gastos desnecessários. Sendo assim, aqui se aplica a proposta da melhoria contínua no sentido de garantir um melhor aproveitamento de todos os recursos disponíveis no ambiente de trabalho.

 

Portanto, a implantação do Programa 8S no ambiente organizacional traz impactos positivos que contribuem para o aumento da eficiência econômica da empresa e um notável desempenho da equipe com a adoção de práticas simples e sustentáveis. 

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Segurança predial: 5 soluções inteligentes!


O termo segurança predial refere-se a um conjunto de medidas que visam evitar perdas patrimoniais. O objetivo é proteger os interesses da organização como recursos humanos e financeiros e, inclusive, o patrimônio físico. 

Já dizia o velho ditado: É melhor prevenir do que remediar! Quando o assunto é segurança predial no mundo corporativo, não é diferente! Logo, as empresas devem buscar soluções que inibem a tentativa de roubos, fraudes e outros.

Pensando em ajudá-lo nessa missão, neste post iremos abordar as melhores soluções inteligentes que contribuem com a proteção de sua empresa. É só acompanhar a leitura do post e conferir!

 

Formas de garantir a segurança predial

Imagine você receber a notícia que sua empresa foi roubada. Essa situação é vivenciada pelas organizações que não adotam um sistema de segurança predial. No mercado, existem diversas opções. Quer saber quais? Tome nota de cada uma!

1. Instalar sistema de alarmes

Muitas pessoas pensam que um sistema de alarme só é útil em residências. Isso é falso! Para garantir proteção, saiba que essa solução deve fazer parte do pacote de segurança de sua organização. 

Com a evolução da tecnologia, esse aparelho vem se aprimorando, tornando o seu uso eficaz. Além disso, tem um baixo custo e ainda cumpre, com perfeição, o papel de sinalizar violações, bem como afastar possíveis invasores.

2. Acesso por biometria

O acesso por biometria não é só visto em séries policiais. Isso já é uma realidade nas organizações. Essa tecnologia tem sido muito usada no mercado por oferecer a segurança que qualquer organização necessita no seu cotidiano. 

A biometria auxilia no processo de identificação de pessoas. Para aumentar o nível de segurança, quem tiver acesso ao espaço deve cadastrar sua digital para registrar a entrada e a saída.

3. Investir em videomonitoramento

Pensou em videomonitoramento? Ele é um forte aliado de sua empresa quando o assunto é inibir roubos e furtos. Por ser uma solução presente na maioria das empresas, não é uma novidade no âmbito da segurança. 

O videomonitoramento é uma solução bastante eficaz já que seu sistema é composto por um conjunto de câmeras instaladas interna e externamente. Por serem inseridas de forma estratégica, dá para monitorar todas as atividades que ocorrem no recinto da empresa.

4. Garantir sistema de detecção de incêndio

Ter um sistema de detecção de incêndio não é apenas uma exigência legal, é mais que isso! A sua principal função é salvar a vida das pessoas. Por isso, busque parceiros que apresentem uma solução com qualidade.

Um sistema de detecção de incêndio é composto por vários equipamentos e dispositivos. Portanto, ele é responsável pelo recebimento de informações e, em situações de alarme, são acionados os sinalizadores audiovisuais e outros detectores.

5. Contratar serviço de portaria 24 horas

O serviço de portaria tem seu grau de importância porque é responsável pelo direcionamento das pessoas que circulam na empresa e, principalmente, pelo controle e seleção dos acessos.

Serviços de portaria 24 horas são bem equipadas, interligadas a uma central e sempre conduzidos por profissionais capacitados. Logo, possíveis tentativas por pessoas mal intencionadas podem ser frustradas. 

 

A Segurança predial de uma empresa pode ser feita com a implantação de bons sistemas de segurança. Eles, além de proteger as pessoas e os bens materiais, geram credibilidade para a organização. Sendo assim, tentativas de roubos, furtos e outros podem ser evitadas no cotidiano das organizações. 

Você ainda tem dúvida sobre segurança patrimonial? Se sim, deixe registrado o seu comentário!

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Gestão de remuneração: 5 benefícios dessa estratégia!


Apesar de parecer confuso, é simples! A gestão de remuneração é uma estratégia perfeita que visa adequar os salários dos colaboradores conforme as possibilidades da empresa, alinhados também às expectativas da equipe e compatíveis com os valores praticados no mercado. 

Uma gestão eficiente preza pela satisfação de todos os envolvidos sem prejudicar o fluxo de caixa. Por outro lado, um colaborador bem remunerado passa a ter um maior comprometimento na instituição e assim, todos saem ganhando. Tem interesse em saber mais sobre esse assunto? É só reservar aquele cafezinho e continuar a leitura deste post. Confira!

 

Benefícios da Gestão de remuneração

Após concluir um trabalho, todo colaborador espera receber uma recompensa financeira. Por ser algo que implica, diretamente, no orçamento e na retenção dos talentos, é bom saber quais os benefícios em adotar a prática da Gestão de remuneração em sua empresa, concorda? Sendo assim, acompanhe cada item!

  • Equilíbrio interno

Pagar ao colaborador o equivalente à sua produtividade é um enorme desafio. O objetivo dessa prática é evitar que os custos ultrapassem sua capacidade financeira, então, uma estratégia da gestão de remuneração é efetuar os salários conforme as habilidades e conhecimentos de cada trabalhador. Dessa forma, conseguimos manter o equilíbrio interno entre os cargos e entregas, os proventos e as despesas mensais da corporação.

  • Empresa mais competitiva

Sua empresa não deve oferecer salários abaixo e nem acima dos valores praticados no mercado. Qualquer uma dessas alternativas não será um bom negócio. Lembre-se que qualquer empresa só consegue ser competitiva perante a concorrência de candidatos qualificados se tiver uma eficiente gestão de salários e estiver alinhada com o mercado. Essa estratégia possibilita a atração de novos talentos, e inclusive, gera visibilidade para a empresa como um lugar bom para trabalhar.

  • Aumento da produtividade

Toda empresa que tem uma eficiente gestão de remuneração sabe que o aumento de produtividade é certo! Afinal de contas, somos motivados por recompensas. Sendo assim, o papel de um bom líder é garantir que o seu time trabalhe em prol de objetivos comuns, se mantenham engajados e, sobretudo, estimulados para serem ainda mais produtivos tanto de forma individual quanto em grupo. 

  • Retenção de bons profissionais

É preciso ter um plano estratégico para reter os bons talentos. Sabemos que quesitos como a qualidade de vida, interesse pela função e o bom relacionamento com os companheiros de trabalho influenciam nessa questão. Mas, devemos nos atentar à relevância de remunerações coerentes, já que refletem nas expectativas em relação ao presente e o futuro dos profissionais da empresa.

  • Negociações salariais mais transparentes

Os salários devem ser tratados de maneira profissional e de forma transparente. Nesse sentido, os gestores devem informar aos colaboradores a faixa salarial que eles foram incluídos, respeitando com rigor. Lembre-se que na ocorrência de qualquer injustiça como diferenciação de salários de colaboradores de uma mesma função, por exemplo, gera muitos questionamentos e um clima organizacional negativo. 

 

Implantar uma eficiente gestão de remuneração é uma atitude mais que inteligente!  É pensar na saúde financeira da organização e na retenção dos melhores talentos. Sendo assim, os resultados são incríveis, pois, além de reforçar a imagem da empresa do mercado, torna possível alcançar os objetivos organizacionais.

Sua empresa já adotou essa incrível e eficiente prática que é a gestão de remuneração? Compartilhe conosco aqui nos comentários!

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