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Navegando com Excelência: A Imperatividade da Atualização Tecnológica na Gestão de TI


Em uma era onde a digitalização redefiniu as regras do jogo, a manutenção do ritmo tecnológico se tornou uma incontornável necessidade para os gestores de Tecnologia da Informação (TI). O ritmo acelerado da evolução tecnológica está remodelando as práticas de negócios, criando novas aberturas e colocando aqueles que não estão alinhados com essas mudanças diante de riscos significativos. Neste artigo, examinamos a imperatividade da atualização tecnológica constante e como isso pode otimizar as estratégias de TI, desencadeando o crescimento sustentado da sua empresa de tecnologia.

1. Manter a Relevância no Mercado Competitivo

 

Em um ambiente de concorrência acirrada, as organizações que se adaptam à tecnologia estão sempre um passo à frente. Soluções inovadoras, como a inteligência artificial, a automação de processos e a computação em nuvem, têm o poder de metamorfosear operações, resultando em uma entrega de produtos e serviços mais eficaz. Abraçar essas tecnologias não apenas facilita a agilidade na resposta a mudanças no mercado, mas também possibilita a criação de oportunidades lucrativas que surgem com as evoluções tecnológicas.

2. Eficiência Operacional e Redução de Custos

 

A adoção de tecnologia muitas vezes caminha lado a lado com a otimização de eficiência e a contenção de despesas. A automação, por exemplo, elimina tarefas repetitivas e demoradas, liberando recursos humanos para tarefas que agregam mais valor. Além disso, soluções analíticas avançadas propiciam uma tomada de decisão embasada, otimizando procedimentos internos e indicando áreas onde cortes estratégicos podem ser realizados.

3. Antecipar Tendências e Necessidades dos Clientes

 

Monitorar as correntes tecnológicas confere às organizações a capacidade de antecipar as necessidades dos clientes. As preferências do consumidor frequentemente se alinham com o progresso tecnológico. Gestores de TI atualizados estão posicionados para adotar as tecnologias que atendem às expectativas dos clientes, construindo experiências mais gratificantes e satisfatórias.

4. Segurança da Informação e Conformidade

Em um mundo cada vez mais digital, a segurança dos dados permanece uma prioridade constante. Inovações como a cibersegurança avançada e a autenticação biométrica conferem solidez na proteção de informações sensíveis contra ameaças cada vez mais engenhosas. Além disso, muitas indústrias estão sujeitas a regulamentações rigorosas. O conhecimento atualizado das tecnologias de conformidade é vital para evitar penalidades e proteger a confidencialidade dos dados dos clientes.

5. Desenvolvimento da Equipe e Atração de Talentos

A busca incessante por atualização tecnológica beneficia tanto a equipe de TI quanto a atratividade da organização para profissionais talentosos. Ela abre oportunidades para desenvolvimento profissional, alargando o leque de competências dos colaboradores. Além disso, a empresa se torna um polo de atração para profissionais altamente qualificados que anseiam por trabalhar em ambientes progressivos e inovadores.

A Ligação com ERPs: Potencializando sua Estratégia Tecnológica

Dentro deste contexto de atualização tecnológica, uma ferramenta que merece destaque é o sistema ERP (Enterprise Resource Planning). Os ERPs são soluções integradas que unificam processos empresariais, desde a gestão financeira até a cadeia de suprimentos. A adoção de um ERP alinhado às tendências tecnológicas vigentes pode revolucionar a maneira como a sua empresa opera. Com recursos como análise de dados avançada, automação de tarefas e colaboração interdepartamental, um ERP moderno pode amplificar os benefícios da atualização tecnológica, permitindo que sua empresa navegue nas águas da inovação com uma vantagem competitiva sólida.

A busca contínua por atualização tecnológica na gestão de TI não é mais uma escolha, é um mandamento estratégico. Em uma paisagem empresarial mutável, a adoção proativa de tecnologias avançadas pode otimizar operações, aprimorar a segurança e cimentar a posição de liderança da sua empresa. A progressão tecnológica não é um ponto de chegada, mas sim um ciclo contínuo de renovação. Ao abraçar essa cultura de atualização, sua empresa estará pronta para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que a nova era digital tem a oferecer.

 

 

 

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Análise de risco de TI: como colocar em prática?


59% das corporações já sofreram ataques cibernéticos, como sequestro de dados ou invasão. A informação é de uma pesquisa efetuada pela empresa AX4B. Isso deixa clara a importância de elaborar uma análise de risco de TI para evitar problemas como o citado.
Afinal, invasão cibernética ou sequestros de dados virtuais, por exemplo, causam prejuízos aos negócios. Estes variam conforme o nível de vulnerabilidade, dados obtidos pelos hackers e tamanho da empresa. Assim, a prevenção é a melhor estratégia.
Percebeu como é arriscado negligenciar a análise de risco de TI? Continue a leitura e conheça 4 dicas para colocar esse processo em prática adequadamente e proteger o seu negócio!

1. Faça um levantamento das ameaças

Identifique o que, onde e quando algum ataque cibernético pode atacar a sua empresa. Por exemplo, é possível sofrer ataques de spoofing, em que criminosos se passam por organizações ou pessoas para coletar dados corporativos.
Nesse caso, é preciso avaliar vulnerabilidades existentes que tornam o negócio um alvo desse tipo de crime. Isso pode ser refletido em:

  • falhas ou limitações na rede;
  • configurações fracas de sistemas;
  • equipes mal treinadas;
  • softwares desatualizados;
  • perda de dados;
  • incêndio em data center;
  • sistema fora do ar;
  •  etc.

Após o levantamento das ameaças, estipule a probabilidade de risco em cada caso, como alto, médio, baixo, raro ou quase certo. Isso ajuda a definir prioridades no combate ao problema por ordem de gravidade. Além disso, analise o impacto que cada ameaça pode trazer, como nenhum, médio, grave, leve ou gravíssimo.

2. Desenvolva medidas de correção

Após avaliar onde, como e quais ameaças cibernéticas podem afetar a sua empresa, desenvolva estratégias para mitigá-las. Uma sugestão é montar uma equipe para propor soluções ao problema percebido, conforme a ordem de prioridade estabelecida.
Um exemplo de solução é a instituição da cultura de backups, cópias periódicas dos dados produzidos pela corporação. Assim, as informações ficam armazenadas com segurança. Essa e outras medidas devem ser conhecidas por todos os colaboradores, para que eles se preparem adequadamente.

3. Treino os colaboradores

Como visto, a falta de treinamento dos profissionais é um dos riscos que trazem ameaça cibernética. Logo, envolva seu time na política de gestão e análise de riscos de TI, mesmo que decisões mais importantes se concentrem nos cargos de liderança.

4. Continue a avaliação

Após treinar o time e aplicar medidas corretivas, ainda é recomendado monitorar constantemente o que foi implementado. Afinal, é preciso garantir que as estratégias tiveram efeitos positivos, caso contrário, devem ser ajustadas. E ainda, a avaliação é uma forma de verificar a existência de possíveis novas ameaças.
E então, tirou suas principais dúvidas sobre análise de risco de TI? Esse processo é essencial para que uma empresa se torne mais segura e mitigue ameaças cibernéticas. Caso contrário, clientes internos e externos podem ser impactados. Assim, as finanças e a reputação empresarial tendem a sofrer com este problema.
Como visto, a análise de risco de TI é essencial. Por essa razão, compartilhe o post em suas redes sociais e ajude outras pessoas a ficarem por dentro do assunto!

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Segurança de dados: o que é e qual a sua relação com ERP!


Não há dúvidas sobre a importância da segurança de dados em tempos de transformação digital, mas entender como isso se potencializa em sistemas ERP é essencial.

Lógico que não dá para prescindir de tantas funcionalidades oferecidas por sistemas ERP, mas é preciso considerar que quanto maior o nível de digitalização, mais chances de vulnerabilidades são encontradas.

É por isso que propomos esse conhecimento para o profissional de TI neste post. Domine cada vez mais a sua área e aumente o seu potencial para as empresas. Leia!

 

O que é segurança de dados?

Segurança de dados ou segurança da informação é uma área de tecnologia que reúne todos os mecanismos, funcionalidades e recursos para proteger preventivamente ou reativamente os dados de um negócio. A implementação segue algumas diretrizes como:

  • tecnologias em cloud computing (computação em nuvem);
  • backup recorrente;
  • criptografia de dados;
  • autenticação em dois fatores;
  • adequação legislativa junto à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados); dentre outras.

A transformação digital tem levado as empresas a se digitalizarem cada vez mais e a preservação de dados deixou de ser realizada por meio de salas fechadas ou arquivos trancados.

Isso significa que estamos praticamente no final de uma transição de segurança física para digital e os fundamentos desse novo modelo de proteção são totalmente diferentes como veremos a partir de agora.

A segurança digital deve ser pautada em confidencialidade

Das chaves para as senhas e níveis de acesso. Ou seja, para entrar em sistemas o usuário precisa além de uma senha, estar em um nível permitido de acesso.

Dessa forma, informações estratégicas não são acessadas por funcionários operacionais, por exemplo. Isso impõe mais velocidade, segurança e preservação dos dados.

A segurança de dados precisa garantir autenticidade e integridade

Se no meio físico as informações corriam riscos de deterioração e violação, em meio digital as ameaças se referem à invasões, roubos e danos ao conteúdo. Nesse sentido, a proposta da segurança de dados é impedir que isso aconteça e garantir a originalidade da informação.

Isso é útil em diversos sentidos, principalmente em relação à autenticidade da informação. Um dado inconsistente pode refletir uma distorção de interpretação e influenciar negativamente em resultados e planejamentos.

A segurança da informação também prioriza a conformidade dos dados

Quer dizer que o processamento das informações deve ser realizado de maneira correta e sem distorções. Além disso, a conformidade tem a ver com compliance (to comply em inglês, que significa estar em conformidade com leis, regulamentos e normas).

A segurança de dados deve torná-los disponíveis

Refere-se à acessibilidade da informação. Nesse ponto, os mecanismos de proteção precisam prover o acesso de maneira correta, simples, prática e em momento oportuno ao usuário.

Finalmente, a segurança da informação afirma a irretratabilidade dos dados

Significa dizer que a autoria da informação será preservada desde sua origem até as destinações. Ou seja, os mecanismos de segurança devem impedir que haja negação ou transferência desse atributo dos dados.

 

Qual a relação entre segurança de dados e ERP?

ERP significa Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos da Empresa em português. É um sistema de gestão integrada que visa digitalizar todos os setores do negócio e sincronizá-los.

Não há dúvidas das vantagens de uma implementação como essa. A centralização e a organização dos dados representam um dos melhores benefícios para um negócio. Além disso, podemos citar:

Há ainda muitas outras vantagens, porém, um elemento pode comprometer todos esses benefícios: a segurança da informação e ela deve ser uma das principais diretrizes dessa implementação.

Ou seja, um sistema ERP, quando bem implementado, amplia significativamente o nível de segurança de dados de uma organização, validando acessos, controlando e protegendo informações, dentre outras funcionalidades.

Isso inclui um sistema de segurança de dados que deve estar agregado ao ERP para proporcionar ao negócio não só a otimização de produção mas a segurança dos processos.

 

O que acontece se eu não implementar segurança de dados?

Você pode simplesmente negligenciar a segurança da informação e “contar com a sorte”. No entanto, esse é um risco muito sério de comprometimento de informações estratégicas, de dados pessoais de clientes e de perdas. Acompanhe agora algumas das principais consequências.

Vazamento de dados

O vazamento pode ocorrer por meio de ataques externos ou internos, por usuários mal intencionados ou até mesmo por descuido na operação da informação.

Tudo isso, deve ser combatido pelo sistema de segurança da informação. Sem contar, que um vazamento pode gerar problemas mais graves como sequestro de informações, roubo e sanções pesadas de instituições governamentais.

Prejuízo financeiro

É inegável que além de estratégico, o dado se tornou valioso para um negócio. Nesse sentido, a perda ou dano de uma informação pode gerar sérios prejuízos financeiros para um negócio. Os possíveis resultados disso são gastos com:

  • recuperação de dados;
  • ações na justiça por parte de clientes;
  • sanções governamentais; dentre outras.

Danos à imagem da Marca

Os problemas relacionados à falta de segurança de dados são passíveis de publicização como meio de alerta para o público. Dessa forma, é comum que os prejuízos ultrapassem o limite financeiro e prejudiquem a continuidade do negócio.

Com a transformação digital, é bem mais fácil encontrar informações de reputação de uma empresa por meio de comentários em redes sociais, avaliações no site reclameaqui e outros canais. Nesse sentido, a segurança de dados é um fundamento que não deve ser negligenciado na condução de um setor de tecnologia.

 

Agora você já sabe que é praticamente impossível prescindir de tecnologias de segurança. Nesse sentido, qualquer “economia” que vise abdicar de mecanismos de proteção pode acabar saindo muito cara para a condução da área de TI.

Neste artigo, você descobriu o que é segurança de dados, como ela impacta no setor de TI e como a implementação de um ERP está relacionada a isso. Além do mais, entendeu que quem não aplica segurança de dados, pode sofrer consequências graves na área.

 

Se você pretende aumentar seu conhecimento sobre segurança de dados e outras tecnologias essenciais para profissionais de TI, aproveite a oportunidade e assine nossa newsletter gratuita!

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Qual é a importância do compliance no TI para a segurança da informação? Confira!


Muitas empresas ainda não observam como deveriam as normas de compliance no TI e, infelizmente, ficam expostas a penalidades, como as multas. No entanto, existem aquelas que levam o assunto a sério e implementam medidas de controle eficientes, evitando problemas quanto a vazamento de dados.

Este artigo fala melhor sobre o tema. Ao ler o texto, você saberá como é esse conceito na prática, entenderá como ele é aplicado no setor de TI, percebendo a distinção entre as áreas e por fim, verá quais são os principais problemas existentes e como proceder para implantar um compliance eficiente.

Preparado para a leitura? Então vamos lá!

 

O que é o compliance no TI?

O termo compliance é bastante associado ao combate à corrupção e isso não está errado. No entanto, o conceito vai ainda mais além do que sua aplicação nesse campo empresarial. Falar em compliance é remeter a um conjunto de práticas que visam o simples atendimento a regras. Sim, isso mesmo! E dentro desse conjunto de regras existem as normas legais, nas quais se encaixam o combate aos crimes. 

Sendo assim, quando falamos em compliance no TI, estamos nos referindo a alguns procedimentos que têm como objetivo aumentar a segurança no trato com os dados informatizados. Atualmente, é grande a quantidade de ataques virtuais que as empresas sofrem e faz-se de grande importância o cumprimento de determinados requisitos para que a integridade dessas informações se mantenha.

Um exemplo que ilustra bem uma situação de não aplicação do compliance é quando um funcionário “empresta” sua senha para que outro colaborador faça um acesso em seu nome. Isso pode parecer simples, mas viola uma regra básica que existe em toda empresa que tem um rígido controle de acesso. Nesse caso, ações indevidas podem ser tomadas que venham a prejudicar todo o banco de informações da empresa, ocorrendo por descumprimento ao compliance interno.

 

Como o compliance é aplicado no setor de tecnologia da informação?

Apesar de compliance não ser a mesma coisa que a proteção do setor de TI, suas práticas refletem a integridade deste. A principal orientação é cumprir os requisitos legais dispostos da LGPD, Marco Civil da Internet e Lei de Direitos Autoriais. Sendo assim, algumas boas práticas podem ajudar nesse intento, conforme mostrado a seguir.

SAAS

Usar um sistema baseado em um software as a service (SAAS) ajuda na disseminação das práticas relacionadas ao compliance de uma organização. Esse tipo de programa é acessível de qualquer lugar, desde que exita uma conexão com a internet. Dessa forma, os documentos pertinentes à conduta que deve ser seguida podem ser acessados sempre que houver necessidade.

Cloud computing

Outro ponto de crucial importância é usar a computação em nuvem em prol do cumprimento dos requisitos de compliance exigidos. Esse tipo de tecnologia dinamiza as relações de trabalho e, eventualmente, permite uma melhor fiscalização em reação ao atendimento das normas internas aplicáveis. Vale ressaltar que os sistemas de segurança devem sempre estar atualizados para impedir alguma invasão.

Monitoramento

Por fim, ainda que normas sejam bastante claras, é possível que alguma delas seja descumprida. Nesse sentido, usar sistemas de monitoramento da rede de informações da empesa pode ser muito útil. Eles conseguem detectar automaticamente falhas pontuais e comportamentos inadequados de usuários, como a instalação de softwares sem a devida licença. 

 

Quais são os principais problemas que empresas enfrentam em relação a compliance?

Existem diversos problemas típicos que afetam o setor de tecnologia de informação de uma empresa por descumprimento do compliance (para o caso de existir um) e que acarretam em penalidades severas, como a aplicação de altas multas.

Uma das situações é o que se chama de Shadow IT, ou TI nas sombras. O termo remete ao fato de que funcionários usam os recursos tecnológicos sem um guia para tal, fazendo com que organização navegue “às escuras” quando o assunto é tecnologia. Nesses casos, softwares piratas podem ser instalados, sites indevidos acessados e informações sensíveis de clientes podem ser vazadas.

Outro ponto que ocorre com relativa frequência são falhas relativas à governança corporativa. Esse é um assunto complicado de instalar na cultura da empresa e sem a devida atenção, seu descumprimento fica muito fácil. Para isso não acontecer, é preciso dedicação e emprenho de todo o time envolvido no trabalho.

 

De que forma é possível implantar um programa de compliance?

Acompanhe três recomendações importantes que ajudam na implementação de um bom compliance.

Capacitação

Existe um fato inegável no cumprimento das regras de compliance que dizem respeito exatamente a quem precisa seguir as recomendações: os colaboradores. Para que isso seja possível, o documento orientativo deve ser simples e de fácil assimilação, pois sem conhecer bem as regras não há como cumpri-las.

Nesse sentido, a organização deve entender que a simples divulgação do programa pode não ser suficiente. É aí onde entra o fato da capacitação. Por meio de ações educativas, a empresa pode orientar os funcionários sobre o que não pode ser feito e o que deve ser feito em casos nos quais as ameaças tecnológicas se fazem presentes.

Análise de dados

Entender como se dá o fluxo de informações na rede ajuda a fazer a otimização do sistema como um todo. Além disso, permite identificar falhas de segurança conhecidas como “brechas” e corrigi-las antes que sejam exploradas. Ou seja, a análise refinada dos dados transacionados permite elaborar relatórios que ajudam na manutenção dos princípios do compliance organizacional.

Comunicação de incidentes

Fazer uma rápida comunicação dos incidentes acontecidos que são relacionados à segurança da informação é um ponto decisivo na resolução do caso. Algumas situações exigem resposta rápida e um sistema de help desk ágil pode fazer toda a diferença. Atendimentos remotos, por exemplo, são mais rápidos do que um eventual deslocamento técnico para sanar o problema.

 

Seguir um bom compliance no TI é o ponto decisivo para uma organização não enfrentar problemas relacionados a seu departamento de tecnologia. Para alcançar resultados satisfatórios, é preciso um comprometimento tanto da empresa quanto dos colaboradores. O código a ser seguido precisa ser claro e requer treinamento. Além disso, é preciso utilizar as ferramentas adequadas para um bom controle do uso dos recursos da companhia.

 

Gostou do conteúdo? Então aproveite e deixe seu comentário no post nos dizendo como sua empresa aplica o compliance no TI!

 

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