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Software para gestão de fazenda: qual a importância?


Você já deve ter ouvido falar na transformação digital, não é mesmo? Ela trouxe uma série de transformações importantes nas mais diferentes áreas e isso vale, também, para o agronegócio. Sim, hoje é possível automatizar uma série de funções no campo que podem interferir diretamente na produtividade do seu negócio.

E uma das formas de trazer essas mudanças é adotando um software para gestão da fazenda. Se você ainda não adotou um, é importante compreender a importância dele para manter a produtividade, evitar perdas e prejuízos, entre uma série de outras questões importantes. Vamos saber mais a seguir sobre o tema. Boa leitura!

 

Auxilia na otimização do plantio

Os softwares para gestão de fazendas permitem que você possa identificar o momento correto de realizar determinados plantios, considerando a avaliação de variáveis importantes como umidade do ar, previsão meteorológica, estimativas para determinado período, entre outros pontos.

Além disso, ele também auxilia em uma rotação de plantio mais eficiente, indicando quais são as melhores opções para aquele momento e, assim, evitar a sobrecarga do solo. Muito bom, não é mesmo?

 

Auxilia na observação climática

Um ponto que impacta consideravelmente o plantio é, justamente, as alterações climáticas. Um software para gestão de fazenda consegue integrar-se com plataformas de previsões meteorológicas e prever necessidades de antecipação da safra ou optar por outros cultivos naquele período, minimizando perdas e prejuízos.

 

Permite automatização de processos

Para além das questões diretas no campo, temos também uma série de automações de processos que são importantes para não sobrecarregar o produtor. Entre alguns pontos que merecem atenção são:

  • emissão de notas fiscais de vendas;
  • gestão empresarial (afinal, sua fazenda pode ser comparável, sim, com as atividades de uma empresa);
  • gestão de pessoas (para administrar os contratos, pagamentos e benefícios trabalhistas dos seus profissionais);
  • soluções financeiras para ter uma melhor gestão de fluxo de caixa de forma automatizada em sua fazenda;
  • gestão de armazenagem, para evitar que falhas na estocagem possam prejudicar a sua rentabilidade e gerar perdas de produtos;
  • gestão de transportes e fretes, garantindo menores custos e maior produtividade no transporte da sua produção até a próxima etapa logística.

Para isso, você pode contar com a Senior! Temos diversos produtos que podem ser integrados a outros softwares de gestão de fazenda que você utilize e, assim, ter melhor custo-benefício e praticidade no dia a dia do seu negócio.

 

Garante menos perdas produtivas

Outro ponto importante é que os sistemas de gestão permitem, também, observar questões essenciais para evitar perdas produtivas, ainda mais em uma área na qual falhas podem gerar prejuízos irreversíveis.

Por exemplo, um produto armazenado por mais tempo do que deveria no seu estoque poderá estragar e comprometer toda a rentabilidade de uma safra. Um sistema focado para o setor de agronegócio poderá notificá-lo sobre a questão, fazendo-o acelerar o giro de estoque.

 

O software para gestão de fazenda é fundamental para que você possa minimizar impactos e garantir maior rentabilidade para seu negócio. Lembre-se que isso será fundamental para destacar-se no mercado! Tem dúvidas sobre o assunto? Deixe nos comentários e responderemos!

 

 

 

 

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Automatização de processos: como ela beneficia as empresas? Entenda!


Processos feitos manualmente são suscetíveis a muitos erros. Não obstante, com o passar do tempo, eles tendem a reduzir a competitividade do negócio, principalmente quando os seus concorrentes usam soluções tecnológicas. Nesse momento, é preciso fazer um levantamento de tudo aquilo que impede a empresa de se desenvolver, visando promover a automatização de processos. 

Para uma companhia ser, de fato, competitiva, é crucial que a comunicação interna e os processos sejam ágeis. Neste texto, vamos explicar de forma detalhada sobre a importância da automatização, falando também sobre conceitos correlatos, como workflow e BPM. Continue a leitura até o final e fique por dentro do tema! 

 

O que é automatização de processos?

Podemos dizer que a automatização de processos consiste em delegar a alguma tecnologia o trabalho repetitivo feito por um humano. Dessa forma, não somente erros são evitados, mas também o profissional passa a se concentrar em outros aspectos do negócio. 

O objetivo de automatizar processos é, entre outras coisas, promover agilidade e comunicação mais fluida. Nesse sentido, o conceito de integração também é de grande importância, visto que ela auxilia os setores da empresa a compartilhar informações e insights. Quando ambos são usados no negócio — seguindo um planejamento estratégico — as chances de sucesso e melhorias contínuas são consideráveis. 

 

Como funciona?

Para explicar o funcionamento da automatização de processos, daremos um exemplo referente ao e-mail. Suponha que todos os dias um colaborador do setor x precise enviar dezenas de mensagens todo dia. Ele precisa se comunicar com clientes e fornecedores e perde um tempo considerável digitando, copiando e colando os elementos que costumam se repetir. 

Usando a automatização de processos, é possível a esse colaborador escrever menos, de modo que uma ferramenta específica realiza disparos automáticos. Dessa forma, a comunicação com clientes e fornecedores se mantém e o profissional economizou tempo que pode ser aproveitado em atividades que demandam habilidades estratégicas, por exemplo. 

Vale ainda destacar que a automatização de processos atua com base em três pilares: pessoas, processos e tecnologia. Acompanhe cada um deles a seguir! 

Pessoas

É fundamental que as pessoas envolvidas tenham uma mentalidade alinhada com a transformação digital. Em outras palavras, mesmo se a empresa adquirir a melhor das tecnologias, isso de nada adiantará se os colaboradores forem resistentes à mudança.

Nesse sentido, deve-se focar também em promover uma cultura organizacional mais voltada para a tecnologia. Dessa forma, os colaboradores terão não só a mentalidade, mas também a capacidade analítica e expertise para contribuir na melhoria contínua dos processos internos. 

Processos

Obviamente, não poderíamos deixar de falar sobre processos. Quando a empresa se encontra em dificuldade de expandir sua operação, pode ser o momento de mapear gargalos e processos ineficientes ou redundantes. Na prática, existem três alternativas para um processo interno. São elas: 

  1. Aprimorar; 
  2. Eliminar; 
  3. Automatizar. 

Isso significa que a empresa não deve sair automatizando toda a companhia. Falaremos mais adiante em detalhes sobre planejamento e demais etapas que precisam ser feitas, visando identificar o que precisa, de fato, ser automatizado no negócio. 

Tecnologia

A escolha de uma tecnologia automatizada depende diretamente do mapeamento dos processos internos. É preciso considerar diversos fatores nesse momento, principalmente a relação custo e benefício da solução que será adquirida. O setor de TI passa a desempenhar um papel fundamental, no sentido de auxiliar a área de negócios a tomar as melhores decisões. 

 

Quais os benefícios da automatização de processos?

Automatizar processos pode promover o crescimento escalável do negócio. Se antes estava difícil expandir as operações em virtude de um gargalo, agora a companhia tem chances reais de conquistar uma fatia maior de clientes em seu setor de atuação. 

Maior produtividade dos colaboradores

Um processo mais ágil e eficiente tende a aumentar a produtividade dos colaboradores. Além disso, a incidência de erros se torna menor, o que implica em menos retrabalho e até a possibilidade de assumir novos projetos, por exemplo. 

O departamento de RH pode se beneficiar bastante da automatização de processos. Isso porque, em vez de registrar dados em planilhas manuais, os cálculos trabalhistas e demais procedimentos relacionados com folha de pagamento podem ser feitos em um sistema automatizado. Na prática, o setor ganha mais tempo para se dedicar, por exemplo, a processos de seleção de novos talentos.

Redução de custos

Quando a empresa realiza muitas atividades manuais e repetitivas, a tendência é gerar ineficiência e custos adicionais. À medida que a automatização é implementada, as falhas da operação são identificadas rapidamente, o que torna a resolução ágil e capaz de promover melhorias contínuas nos processos. 

Vale também destacar que a automatização auxilia o negócio a ter uma postura mais alinhada com a transformação digital. Isso significa que ela passa a aproveitar melhor não só os seus dados, mas todos os insights e conhecimentos que podem vir do mercado, dos clientes e dos concorrentes. Desse modo, a otimização é praticamente inevitável, o que reduz custos, aumenta a receita e propicia o crescimento escalável do negócio. 

Maior foco

Toda empresa tem a sua atividade-fim, que consiste naquilo que ela faz de melhor. Dito isso, a automatização de processos aumenta o foco do negócio nesse sentido, de modo que as atividades secundárias agora são delegadas a um software. 

Maior competitividade

Os três benefícios que explicamos há pouco estão intimamente atrelados ao aumento de competitividade. Embora a automatização de processos sozinha não seja capaz de fazer tudo, um plano estratégico bem elaborado é o que faz toda a diferença. 

Muito provavelmente, seus concorrentes estão adotando alguma tecnologia. Resta saber se existe um planejamento por trás e pessoas capacitadas para executar as operações. Portanto, ter um plano e colaboradores com mentalidade digital já ajuda bastante o negócio a desenvolver diferenciais competitivos. 

 

O que é um workflow?

O workflow é um termo usado em empresas para se referir a um fluxo de trabalho. A ideia é ilustrar uma sequência de passos a ser seguida pelos colaboradores, que pode ser um diagrama, por exemplo. Além disso, é possível executar um workflow por um único colaborador ou uma equipe. 

Em outras palavras, atividades mais simples como fazer um envio automatizado de e-mails pode ser feito por uma única pessoa. Já algo mais complexo precisa de várias mentes pensantes contribuindo, de modo a dar a fluidez necessária ao processo. O workflow, portanto, é uma das maneiras de adotar a automatização de processos no negócio.

 

O que é BPM?

Também conhecido por Business Process Management, o BPM ajuda os processos de negócio a serem mais ágeis. Em vez de ser uma ferramenta de automatização, o BPM consiste em uma série de práticas com foco na modelagem de processos. 

Na prática, é impossível uma estratégia de negócio não precisar de modificações ao longo do tempo. Logo, o BPM é crucial para promover melhorias contínuas, visando reduzir custos e aumentar a competitividade da empresa. Além de economia, outros benefícios que podemos citar do BPM são: 

  • maior produtividade do colaborador, visto que ele passa a se dedicar mais à atividade-fim do negócio; 
  • maior segurança das informações internas da empresa; 
  • os resultados operacionais não só são positivos, mas também bastante perceptíveis dentro da companhia. 

Qual a relação entre BPM e workflow?

Embora BPM e workflow não sejam a mesma coisa, ambos podem ser empregados no negócio. Como falamos, o primeiro possui foco na modelagem de processos, e o segundo tem por objetivo automatizar fluxos de trabalho. Isso quer dizer que o workflow pode ser uma parte de um todo que é o BPM. 

Para entender melhor essa relação, considere o seguinte cenário em que um departamento precisa automatizar uma certa atividade. Se este procedimento for de certa forma “isolado” de outros setores, a simples adoção de um workflow já consegue resolver a situação. No entanto, se essa atividade estiver ligada a outros departamentos e tiver um grau de complexidade maior, então é preferível usar BPM. 

Como deve ser feita a automatização de processos?

Se a empresa deseja fazer uma automatização profunda de seus processos, é preciso seguir uma série de passos. Acompanhe as subseções seguintes e conheça os principais deles! 

Mapeamento

O mapeamento deve refletir um conhecimento aprofundado do gestor quanto aos processos do negócio. Com esse instrumento de visualização, a equipe terá mais facilidade em colaborar e propor melhorias. Além disso, o mapa facilita a identificação dos pontos de ineficiência, que antes eram ignorados ou sequer eram do conhecimento do gestor. Alguns dos principais tipos de mapeamento de processos são:

  • processo de atividade: consiste em atividades que possuem ou não valor agregado em um processo; 
  • processo detalhado: como o nome sugere, mostra de maneira bastante minuciosa as etapas de um processo; 
  • documentos: são as entradas (coisas que serão transformadas) e saídas (resultados) de um processo. 

Listagem

Com base no mapeamento, a listagem dos processos ajuda gestores a visualizar como os setores e colaboradores se integram. A ideia é saber como agilizar a comunicação e compartilhamento de informações entre departamentos como vendas, financeiro e contabilidade em uma empresa. 

Documentação

A documentação é um procedimento a ser feito junto à listagem. Vale salientar que nesta etapa é bastante possível encontrar vários pontos de melhoria da operação. No entanto, recomenda-se fazer aprimoramentos somente em etapas subsequentes da automatização de processos. Algumas informações cruciais que devem ser documentadas são: 

  • colaboradores; 
  • resultados obtidos; 
  • tempo total do processo; 
  • tempo de parada; 
  • insumos; 
  • equipamentos; 
  • sistemas. 

Testes

Em geral, não se deve implementar a automatização de processos antes de testar primeiro. Isso porque é possível haver inconsistências que devem ser detectadas antes da implementação no negócio. Os testes, portanto, evitam erros operacionais que podem acarretar até mesmo em mais custos operacionais do que antes. 

Bons profissionais

Existem empresas que têm poucos funcionários, o que dificulta na hora de tirá-los de suas ocupações. Mesmo assim, é fundamental ter pessoas capacitadas para acompanhar a automatização de processos de ponta a ponta, além da escolha de uma boa equipe externa. O intuito desta é fornecer ajuda especializada em cada etapa, desde o mapeamento até a implementação integral. 

 

O que é RPA?

A sigla RPA é traduzida como automatização robótica de processos. De forma simples, consiste no uso de robôs, responsáveis pela execução de tarefas rotineiras e repetitivas em uma empresa. Seu funcionamento se dá da seguinte forma: com base em regras definidas por colaboradores, esses robôs podem fazer diversas tarefas com uma grande agilidade, como: 

  • transações; 
  • consultas em bases de dados; 
  • cálculos. 

Separamos algumas funcionalidades importantes do RPA. Confira nas subseções seguintes cada uma delas. 

Drag and drop

Esta funcionalidade ajuda bastante os colaboradores que possuem pouco ou nenhum conhecimento em programação. Somente arrastando e soltando blocos de código, é possível criar e visualizar fluxos de trabalhos a serem executados pelos robôs. Uma vantagem importante disso é que os setores passam a ter uma dependência um pouco menor da TI, no tocante à implementação de workflows. 

Gravação de fluxo de trabalho

O colaborador pode gravar a si mesmo executando tarefas que serão posteriormente executadas pelos robôs. A tecnologia evoluiu a ponto destes serem capazes de reproduzir o comportamento do profissional em um fluxo, tornando o trabalho muito mais ágil e eficiente. 

Modelos pré-construídos

Falamos há pouco que o drag and drop auxilia colaboradores com pouca ou nenhuma experiência com codificação. No entanto, até mesmo profissionais que sabem programar podem se beneficiar disso, visto que passam a fazer suas atividades do setor em menos tempo. Tudo isso é graças aos modelos pré-construídos, visando promover maior agilidade e eficiência operacional. 

Integrações

Integração é um desafio para as empresas. Quando bem feita, permite o compartilhamento de dados entre sistemas, algo difícil de fazer antigamente, dada a incompatibilidade da linguagem de programação empregada nesses softwares. 

A RPA pode ser implementada de modo a permitir a comunicação eficiente entre sistemas de gestão e relacionamento com clientes, por exemplo. É justamente essa integração que permite uma visão integral dos processos, facilitando a tomada de decisão e gerando conhecimento valioso ao negócio. 

Visão computacional

Basicamente, a visão computacional é responsável por estudar o processamento de imagens. Sendo um ramo da Inteligência Artificial, ela ajuda os robôs a imitar o trabalho humano em um fluxo automatizado. Em RPA, uma das aplicações é justamente na gravação do fluxo de trabalho do colaborador. 

Processamento de Linguagem Natural

Assim como a visão computacional, o Processamento de Linguagem Natural (PLN) é um ramo da Inteligência Artificial. Por meio dela, a máquina consegue entender melhor os comportamentos humanos, de modo a tornar mais próxima, eficiente e fluida a comunicação entre eles. 

O Big Data é um dos fatores que mais tem contribuído para o desenvolvimento do PLN. Estamos aqui falando sobre um grande conjunto de dados de diversas fontes, que podem ser processados e se transformar em conhecimento útil ao negócio. No âmbito prático, um dos principais exemplos de uso do Processamento de Linguagem Natural está nos assistentes por voz. 

Programação e análise de desempenho de bots

Para funcionar, um robô precisa ser configurado por um humano. Certos processos na empresa precisam de um tempo específico, de modo que também é possível programar alguma ação de colaborador que venha a ativar o trabalho desse robô, também chamado de bot. 

Outro ponto que não pode ser negligenciado na RPA diz respeito ao desempenho dos bots. Na prática, eles devem ser rastreados e continuamente, de modo a gerar relatórios referentes à estratégia de negócio que foi implementada. 

É esse acompanhamento que permite identificar algumas inconsistências e pontos de melhoria do trabalho dos bots. Se isso não for feito, o negócio pode ser impactado negativamente no futuro, gerando custos adicionais e até mesmo perda de competitividade. 

 

Quais as principais ferramentas de RPA?

As ferramentas que vamos apresentar estão no chamado quadrante mágico da Consultoria Gartner. Isso significa que elas são robustas e de qualidade, ajudando negócios a automatizar processos por meio do RPA. 

UiPath

Não é atoa que colocamos o UiPath logo no início da lista. Trata-se da ferramenta mais completa de RPA atualmente, tendo um leque bastante extenso de automatizações empresariais. Alguns dos setores atendidos pela solução são: saúde, finanças e varejo. 

Além de processos, o UiPath realiza também automações na web. Tem ainda como principais características a facilidade de uso e o poder de escalar a operação do negócio, tornando o trabalho quase que totalmente automatizado.

Por ser uma plataforma completa, é composta por três partes: Studio, Robot e Orchestrator. A primeira consiste no próprio ambiente de desenvolvimento do UIPath, inclusive com funções pré-programadas. Dessa forma, tanto desenvolvedores experientes quanto aqueles pouco familiarizados com codificação podem trabalhar com maior eficiência e agilidade. 

O Robot pode ser entendido como a área de simulação das automações programadas no Studio. Por fim, o Orchestrator tem a função de tornar, de fato, efetiva, toda a automatização feita por RPA. Dentre os recursos disponíveis no UiPath podemos citar: 

  • automação de processamento de reivindicações de seguros; 
  • automação de contact center; 
  • automação contábil; 
  • automação financeira; 
  • automação de prestador de serviços de saúde; 
  • automação de contas a pagar; 
  • automação de área de trabalho; 
  • automação web; 
  • automação do Excel; 
  • gravação de macro. 

Automation Anywhere

Alguns dos setores beneficiados pelo Automation Anywhere são serviços financeiros, saúde, manufatura e telecomunicações. Uma característica importante da solução é a sua facilidade de configuração, beneficiando as empresas a terem maior velocidade em seus processos. Os bots programados no Automation Anywhere tornam o trabalho dos colaboradores mais produtivos, visto que executam tarefas como envio de arquivos, cadastros e relatórios. 

Bot Creator

Com auxílio deste módulo, é possível desenvolver as chamadas aplicações de código baixo, ou Low-Code. A ideia é dar aos colaboradores com pouco conhecimento em programação a possibilidade de criar aplicações simples e que sejam capazes de auxiliar nas tarefas cotidianas. Um dos recursos usados para esse fim é o drag and drop. 

Bot Insight

O módulo de Bot Insight é voltado para a inteligência de negócios ou Business Intelligence. Na prática, ele consiste em um painel, de modo a gerar dados relacionados à automatização de processos, auxiliando bastante os gestores nas tomadas de decisão. Algumas das informações que o módulo gera são: 

  • comportamento dos consumidores; 
  • vendas; 
  • segmentação do mercado; 
  • estoque; 
  • indicadores de atendimento.

Bot Runner

O módulo Bot Runner tem uma função essencial dentro da RPA: disparar os robôs na hora certa para executar as suas ações. Logo, por meio dele, é possível fazer o agendamento de tarefas, de modo que o seu funcionamento é ininterrupto. Caso seja preciso aumentar a capacidade para as tarefas serem executadas, a empresa pode solicitar um Bot Runner adicional. 

Blue Prism

A empresa Blue Prism foi a responsável por cunhar o termo Robot Process Automation. Além de bancos e empresas de investimento, essa solução atende também e-commerces, promovendo processos automatizados capazes de aumentar a performance e as vendas em lojas virtuais. 

Assim como o UiPath, o Blue Prism possui como principais características a facilidade de uso e escalabilidade. Alguns benefícios importantes dessa solução para os negócios são a conformidade com a política interna da empresa e a não repetição dos robôs. 

Pegasystems

Além de fornecer soluções de RPA e BPM, o Pegasystems também possui um CRM, que é um software voltado para a gestão de relacionamento com clientes. Permite ainda a criação de assistentes virtuais e chatbots, bem como testes e aplicações com foco em mobilidade. As três plataformas da Pega são: 

  1. Pega Robotic Automation; 
  2. Pega Cloud; 
  3. Pega Mobility. 

NICE

Basicamente, a NICE beneficia empresas em relação à identificação, otimização e medição de processos. Além disso, ela possui um assistente virtual próprio chamado NEVA, que é responsável não só pela automatização de processos, mas também pelo aumento das vendas do negócio. 

Uma funcionalidade que merece destaque é a Click-to-Document. Com ela, é possível transformar os processos em documentos, de modo a promover facilidades operacionais e automatizações. Na prática, é possível economizar bastante tempo, já que antes eram empregados em tarefas manuais e repetitivas. 

 

A automatização de processos ajuda as empresas a serem mais ágeis e eficientes. Conforme vimos ao longo do artigo, o uso de BPM, fluxos de trabalho e RPA auxiliam o negócio a ser mais competitivo, de modo a reduzir custos operacionais, aumentar o volume das vendas e expandir as operações de modo sustentável.

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Internet 5G: descubra qual é o seu impacto na gestão de negócios


A internet 5G está perto de se tornar realidade no Brasil, principalmente por estarmos passando por uma grande transformação digital. A quinta geração de internet móvel é uma tecnologia que possibilita uma conexão muito mais rápida do que a que conhecemos como 4G.

Além disso, também permite uma interconexão mais eficiente e rápida com outros dispositivos e aparelho — tudo graças à Internet das Coisas (IoT). Como a transmissão de dados da internet 5G é muito mais avançada, milhares de equipamentos podem ser conectados à mesma rede.

No Brasil, a expectativa é de que a tecnologia seja implementada nas principais cidades até julho de 2022, impactando de maneira significativa também na gestão de negócios. A seguir, confira as principais vantagens dessa tecnologia e de que maneira ela afetará os negócios.

 

Quais as principais vantagens da internet 5G?

Quando falamos em internet 5G, grande parte das pessoas pensam que se trata apenas de uma velocidade maior de tráfego de dados. No entanto, suas vantagens vão muito além disso. Abaixo, nós listamos as principais.

  • aumento da velocidade — a internet 5G promete uma velocidade até 100 vezes maior que a 4G que usamos. Então, enquanto a velocidade da 4G é de cerca de 17,1 Mbps, a 5G varia entre 1 até 20 Gbps;
  • melhora na comunicação — a nova tecnologia vai diminuir a latência, que faz com ocorram delays em vídeos, chamadas e jogos online. Assim, a 5G permite que a conexão seja realizada praticamente em tempo real e sem travamentos;
  • menor consumo de energia — em relação à internet 4G, a 5G usa até 90% menos energia. Como resultado, vamos perceber um grande aumento na duração da bateria dos dispositivos conectados à rede;
  • mais aparelhos conectados — a quarta geração de internet ainda sofre com a limitação da quantidade de dispositivos conectados, enquanto a 5G suporta entre 50 e 100 vezes o número de equipamentos.

Então, de que forma a internet 5G vai impactar a gestão de negócios?

Os benefícios acima prometem ser transformadores para os negócios, afinal, como estamos na era da digitalização e todas as empresas deverão investir em tecnologia para permanecer no mercado, a 5G impactará todos os modelos. A seguir, descubra de que forma.

Inteligência de negócio

A internet mais rápida e mais disponível permitirá aproveitar melhor a tecnologia para acesso a dados de gestão e operação de mercado. Ou seja, as empresas poderão lidar com um volume muito maior de informações e utilizar recursos tecnológicos mais exigentes, como a realidade aumentada e a realidade virtual.

Além disso, com tantas informações à disposição em tempo real, os gestores terão uma visão completa sobre os riscos e oportunidades, tornando mais assertiva a tomada de decisão.

Internet das Coisas — IoT

Esse tipo de tecnologia permite a conexão de diversos dispositivos autônomos na rotina de um negócio, coletando dados, analisando-os e, ainda, possibilitando que máquinas exerçam inúmeras funções antes realizadas manualmente. Com a internet 5G, todas essas funções terão um desempenho ainda melhor.

Segurança da informação

Atualmente, os dados são um dos ativos mais valiosos de uma empresa. Sendo assim, a segurança da informação se torna ainda mais importante e isso será aumentado com a chegada da internet 5G, evitando fraudes e vazamentos.

Gestão baseada em dados

A gestão baseada em dados é muito mais assertiva e precisa. Afinal, quanto mais relatórios, indicadores e informações o gestor tiver em tempo real, mais completas serão as visões sobre os riscos e oportunidades e, por consequência, as tomadas de decisões serão mais certeiras, aumentando as taxas de sucesso e reduzindo as possíveis ameaças.

 

Como você viu, a internet 5G trará grandes benefícios para a gestão de negócios, potencializando as oportunidades para todas as empresas que aderirem a essa nova tecnologia. Portanto, fique atento a essa novidade e invista nela tão logo for possível.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, aproveite a visita no blog e confira como a tecnologia pode ampliar os resultados da sua empresa.

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Como a transformação digital é beneficiada com um software de gestão


A transformação digital é uma realidade há algum tempo. Nesse contexto, as empresas que não acompanham as mudanças do mercado estão destinadas a sair de cena, já que os avanços tecnológicos ganham cada vez mais espaço. A inovação e o uso de softwares tem muitos benefícios para a gestão empresarial, mas é necessário usá-los com sabedoria.

Ao contrário do que algumas empresas imaginam, não basta manter o negócio mais conectado ou mudar arquivos para o digital. A transformação digital é muito mais que isso, uma vez que otimiza processos, melhora as tarefas cotidianas, dentre muitos outros benefícios.

Por isso, venha conhecer alguns dos benefícios de implementar a transformação digital e os impactos disso na gestão da sua empresa.

 

Automação de tarefas

Um dos maiores impactos quando as empresas iniciam a transformação digital é perceber o ganho de produtividade. Isso é possível a partir do uso de softwares de gestão capazes de automatizar diversas tarefas que eram realizadas pelos colaboradores.

Dessa forma, a automação de tarefas e processos internos melhora até mesmo a gestão de recursos. Por isso, os ganhos são ainda maiores, pois muitas das demandas podem ser automatizadas — além de proporcionar aos colaboradores maior foco em atividades que só eles conseguem fazer, sem depender de máquinas.

 

Otimização de processos

Quando as ferramentas de automação entram no jogo, não há dúvidas que há ganho de tempo — sobretudo em comparação com os trabalhos feitos por humanos. Desse modo, a transformação digital é uma mão na roda quando se trata de otimização de processos.

Automatizar não significa apenas deixar os processos padronizados e fazer atividades repetitivas, a automação também otimiza o tempo em que essas tarefas são feitas. Além disso, também evita erros e falhas, algo mais comum quando estamos falando de esforço humano repetitivo. Portanto, as tarefas repetitivas também ficam mais seguras ao serem automatizadas.

 

Acompanhamento de demandas

Outra grande vantagem das ferramentas de gestão é a possibilidade de acompanhar as demandas do início ao fim, etapa por etapa. Esse é um ponto interessante, pois o fluxo de trabalho fica mais organizado e facilita a distribuição de tarefas.

Acompanhar as atividades também tem o benefício de olhar mais de perto cada fase do processo, identificando gargalos e tarefas que não estavam previstas no início dos projetos. Com isso, as demandas ficam mais transparentes e são gerados relatórios com todos os detalhes, mostrando a rentabilidade e outras informações importantes.

 

Compartilhamento de dados

O uso de softwares é algo imprescindível na transformação digital. Por meio dessas ferramentas é possível ter maior agilidade em uma série de aspectos, e uma delas é o compartilhamento de dados, que fica mais eficiente.

Dessa maneira, os colaboradores conseguem acessar as informações que precisam com muito mais facilidade e rapidez, melhorando a organização e aumentando a produtividade da equipe. A tecnologia de armazenamento em nuvem permite o acesso a dados de qualquer lugar, desde que se tenha conexão com a internet.

 

Portanto, se você quer adotar a transformação digital na sua empresa para ter todos esses benefícios, a Senior Noroeste Paulista pode ajudar. Temos soluções que adicionam tecnologia no seu negócio e promovem um crescimento mais ágil e veloz, potencializando seus resultados.

Não perca mais tempo e venha conhecer nossas soluções para encontrar a que mais se encaixa nas suas necessidades!

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4 motivos para fazer a gestão de armazenagem na sua empresa


Deixar de aproveitar o espaço corretamente ou cometer erros na gestão de armazenagem pode causar prejuízos para a empresa. Em uma área competitiva, que requer eficiência e agilidade, é fundamental que o gestor esteja atento a soluções que ajudem a minimizar os custos e otimizar o fluxo de trabalho.

Por esse motivo, preparamos este conteúdo para demonstrar a importância da execução desse processo e te contar alguns motivos para colocar esse processo em prática. Continue lendo para saber mais sobre o assunto!

1. Ajuda a equilibrar a sazonalidade

Hoje, informação é tão importante quanto o capital financeiro, inclusive muitas vezes, o uso correto dos dados coletados faz toda a diferença sobre a lucratividade. Nesse cenário, a gestão do processo de armazenagem é um dos diferenciais no processo de previsão da demanda.

Como a capacidade de atender os clientes é influenciada pela sazonalidade, os gestores devem contar com ferramentas para estimar a demanda com precisão. Isso ajuda a garantir que os clientes sejam atendidos e evita a ruptura de estoque.

 

2. Reduz o índice de perdas

O processo de perdas é uma ocorrência comum nas empresas. Seja por causa da expiração de produtos perecíveis ou devido a avarias e é fundamental minimizar esse problema.

Esse objetivo é atingido por meio da melhoria do controle dos itens em estoque e da organização do espaço do depósito. Vale lembrar que esse processo deve ser conduzido por meio de uma análise estratégica da armazenagem e das decisões de alocação.

 

3. Otimiza o processo de compras

A modernização do processo de compras depende da forma como o armazém gerencia os insumos e produtos sob sua responsabilidade. Além da movimentação de materiais, o gestor de armazém também participa do fluxo de informações.

Com isso, o setor de suprimentos pode planejar a necessidade de abastecimento com base no giro de estoque. Isso também ajuda a determinar quais itens não têm tanta procura e poderiam ficar parados.

Ao reduzir o nível de estoque desses produtos, não é preciso imobilizar o capital e esses recursos podem ser aplicados em outras áreas.

 

4. Fornece informações para a avaliação de desempenho empresarial

Indicadores de desempenho são ferramentas essenciais para a gestão de empresas de todos os portes e ramos de atuação. A sua aplicação na gestão de armazenagem é essencial para garantir o sucesso da operação em todas as etapas.

Por esse motivo, valorizamos esse recurso para identificar gargalos e erros, rever processos ineficientes e melhorar os resultados da rotina como um todo. Esse é um aspecto que ajuda a melhorar os resultados de toda a cadeia de suprimentos e impacta positivamente na experiência do cliente.

Há inúmeros riscos associados à falta de controles relacionados à gestão de armazenagem. Além do impacto financeiro, há uma grande preocupação quanto aos objetivos organizacionais e oportunidades de crescimento.

 

O desperdício e as perdas no estoque são problemas que podem ser solucionados por meio da implantação de boas práticas desse processo.

Se a sua empresa precisa de apoio para reformular as atividades de gerenciamento de estoque, nós temos a solução que você precisa. Entre em contato conosco para conhecer as nossas soluções.

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Inteligência comercial: como o ERP e o CRM ajudam a desenvolvê-la!


Uma estratégia que ontem funcionava bem não é mais tão efetiva hoje. Quando o gestor não opta por uma mudança de rumo, a tendência é a competitividade da empresa diminuir ainda mais ao longo do tempo. Sem o uso da inteligência comercial, os concorrentes começam a tomar os seus clientes e prejudicar a geração de receita.

Dito isso, porque a inteligência comercial é tão importante e benéfica ao negócio? Como o uso do ERP e do CRM ajudam nesse sentido? Vamos não só responder a estas questões, mas também trazer várias outras informações sobre o tema, por isso continue a leitura até o final!

 

O que é inteligência comercial?

A inteligência comercial é o conjunto de estratégias que visa melhorar os resultados de uma empresa. Para isso, usa-se dados internos da companhia e os externos, que podem ser dos concorrentes, sobre público ou sobre tendências de mercado, por exemplo.

 

Como funciona?

A base da inteligência comercial é a análise de dados que ajuda os gestores a tomarem as  melhores decisões, com uma margem de erro menor. Ainda que algo não saia conforme o esperado, é possível implementar ajustes e melhorias rapidamente com informações à mão.

Na prática, o que existe é um software responsável por coletar diversos dados. Muito do que é coletado não está pronto para a visualização, precisando passar por etapas como a limpeza dos registros. Geralmente, esta é feita com auxílio da Inteligência Artificial, que processa grandes volumes de dados, transformando-os em informação e conhecimento para o negócio.

A inteligência comercial permite, entre outras coisas, a qualificação de leads. Isso significa que ela atua na seleção de potenciais clientes do negócio, tornando, dessa forma, as campanhas de marketing e vendas mais efetivas. Além disso, a inteligência comercial deixa os gestores a par das tendências do mercado. Em outras palavras, é possível ter estimativas de como será o cenário do setor de atuação da empresa no futuro, de modo que ela possa se antecipar e não perder boas oportunidades de negócios.

 

Porque a inteligência comercial é importante e vantajosa para as empresas?

Já de início, podemos dizer que a inteligência comercial permite acompanhar os diversos indicadores de desempenho do negócio. Dessa forma, aquilo que está dando certo é mantido e o que precisa ser melhorado é repensado.

Aumento de competitividade

Mediante a análise de dados, os gestores podem se deparar com alguma informação que permita a eles obter diferencial competitivo. Com tantas empresas disputando a atenção dos clientes, é cada vez mais crucial agregar valor aos produtos e serviços ofertados.

Fidelização de clientes

Um cliente é fidelizado não só pela qualidade e os benefícios daquilo que compra. Conforme falamos há pouco, a inteligência comercial atua mostrando os possíveis caminhos a serem seguidos pelos gestores, de modo que a companhia tenha bons diferenciais competitivos. Logo, é plausível acrescentar que um bom atendimento e um processo ágil de vendas, por exemplo, também influenciam na preferência do consumidor por uma empresa ou outra.

Aumento na produtividade dos colaboradores

No âmbito interno, a inteligência comercial permite aos colaboradores ter uma clareza maior sobre as suas atividades. A implicação disso é que agora eles podem concentrar os seus esforços naquilo que, de fato, gera resultados efetivos para o negócio.

 

Quais as tendências de inteligência comercial?

Podemos dizer que o Big Data é o ponto de partida da inteligência comercial. É por meio dele que as empresas obtêm dados aparentemente sem nenhuma correlação em informação útil e conhecimento. Dessa forma, todos os setores da companhia são impactados, passando a serem mais eficientes e alinhados com a transformação digital.

Não podemos esquecer também da automação. Esta é crucial, entre outras coisas, no tempo gasto na execução de tarefas, evitando retrabalhos e ineficiência operacional. Em outras palavras, as planilhas do Excel com dados duplicados são coisas do passado — hoje, muitas atividades podem ser automatizadas, liberando os colaboradores para atividades mais estratégicas no departamento onde atuam.

 

O que é preciso para implantar a inteligência comercial?

A ação conjunta dos softwares ERP e CRM é o que permite aos gestores se beneficiar da inteligência comercial. Nas subseções seguintes, separamos algumas etapas fundamentais para a implementação, de modo que os resultados tecnológicos e operacionais sejam conforme o esperado. Acompanhe!

Definir os responsáveis pelo escopo

A integração entre ERP e CRM só começa quando são definidos os responsáveis pelo escopo. Muitas vezes, essa parte é delegada a executivos de TI e gestores de vendas, visto que estes têm conhecimentos aprofundados sobre tecnologia e processos internos. Depois de alinhar tudo, os dois devem se reunir com o fornecedor de software para a validação desse escopo.

Elencar os dados

Em meio a tantos dados de um ERP, é preciso selecionar aqueles que estarão visíveis no CRM. Vale destacar que o fornecedor deve ser contactado novamente, para que ele faça ponderações e decida se aquilo será viável ou não. Geralmente, as bases de dados escolhidas na comunicação entre os softwares são:

  • produtos;
  • pedidos;
  • clientes.

Definir as PDC

A PDC, ou Porta De Comunicação, é o que permite o tráfego de dados entre ERP e CRM. Esta etapa é considerada crítica, pois, se for mal executada, pode prejudicar a integração e inviabilizar a inteligência comercial. Dito isso, muitas vezes o procedimento é feito pelo fornecedor do software, dada a experiência dos seus profissionais.

Preparar o ambiente

O ambiente da integração pode ser preparado tanto durante como depois da configuração da PDC. Esta etapa precisa ser feita para que os testes sejam realizados, sendo um processo conduzido, normalmente, pelo executivo de TI da empresa e o profissional responsável pela PDC do ERP.

Definir o servidor do middleware

Com o ambiente preparado, já é possível iniciar o desenvolvimento, visando a integração entre os dados dos softwares. Enquanto a PDC consiste naquilo que trafega entre ERP e CRM, o middleware funciona como a “ponte” que liga ambos os sistemas. Nesse sentido, o middleware pode ser alocado de duas formas: no servidor local da empresa ou contratando um fornecedor de nuvem.

Fazer testes

Ao longo do desenvolvimento, bugs e ajustes sempre podem ocorrer. Depois de resolvidos, a recomendação é que o desenvolvedor faça testes, bem como o executivo de TI. Antes de operar de maneira integral, é preciso ainda que os responsáveis pelo escopo usem a solução, e façam a implementação parcial no negócio. Na prática, isso significa disponibilizar a aplicação para um pequeno grupo de colaboradores.

 

A inteligência comercial é algo que, se for bem implementado, ajudará a companhia a crescer e ser mais competitiva. Se você procura um parceiro para conduzir o processo, saiba que a Senior Noroeste tem a expertise e a tecnologia necessárias na aceleração do seu negócio. Além de um bom suporte, temos profissionais certificados e preparados para atender às demandas de integração do ERP e CRM da sua empresa.

 

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