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Metodologia Scrum: a grande sacada para uma gestão ágil!


Todos os gestores estão sempre em busca de meios para melhorar os processos da  empresa. Afinal, essa é a chave para alcançar resultados cada vez melhores e conquistar  um lugar de destaque no mercado. E uma forma extremamente eficaz é adotar a  Metodologia Scrum. 

Trata-se de um método que visa otimizar a gestão de projetos. A grande vantagem é que é bem fácil implementá-la e ela pode ser utilizada por qualquer empresa, seja qual for o seu porte e segmento. 

Quer saber mais sobre o assunto? Então, acompanhe este post até o final. A seguir, você  vai entender o conceito dessa metodologia, como surgiu e quais são seus benefícios.  Além disso, também vai entender como colocá-la em prática em seu negócio. Confira! 

 

Afinal, o que é Metodologia Scrum?

Trata-se de uma das metodologias ágeis. Ou seja, é um método cujo objetivo é otimizar o  planejamento e a gestão de projetos. Ele foi criado em 1993 por Jeff Sutherland e Ken  Schwaber e inspirado por um estudo feito em 1986 por Takeuchi e Nonaka. O artigo  chamado “O novo jogo de desenvolvimento de novos produtos” foi publicado na Harvard Business Review. 

O nome “Scrum” vem da formação que há nas equipes de Rugby, em que todos os  membros do time jogam ao mesmo tempo, passando as tarefas para frente ou para trás até que se atinja o objetivo. 

Inicialmente, o método Scrum era utilizado apenas por empresas de desenvolvimento de  softwares e sistemas. Porém, com o passar do tempo, alguns gestores experimentaram  essa ferramenta em outros setores e obtiveram resultados excelentes. A partir de então, a  metodologia passou a ser uma das mais utilizadas, pois torna os processos mais simples e claros. 

Como esse método funciona?

No Scrum, cada projeto é dividido em blocos temporários que são curtos e periódicos,  chamados Sprints. Isto é, ciclos que duram de 2 a 4 semanas. Cada bloco fica sob  responsabilidade de uma equipe, que deve ser formada por poucas pessoas. Os papéis de  cada uma são muito bem definidos. Assim, os colaboradores não precisam saber como é  o processo todo, podendo se especializar nas tarefas de cada Sprint. 

Para entender melhor, vamos a um exemplo: em uma empresa de logística, o processo  pode ser quebrado em diversos blocos, como recebimento de pacotes, armazenamento,  transferência entre filiais, entrega ao cliente. 

Durante o fluxo, dependendo do que ocorre em cada operação, é necessário realizar  alguns ajustes para chegar ao objetivo. Sendo assim, a ideia é sempre buscar uma solução rápida e eficiente. Para isso, o Scrum tem papéis bem definidos. A seguir, descubra quais  são eles. 

Product Owner

É o responsável por analisar o processo de maneira geral e, assim, definir quais recursos  serão necessários. Além disso, cabe a ele dividir o fluxo em ciclos, estabelecer a ordem  de prioridade de execução e nomear os responsáveis para cada tarefa. 

Scrum Master

Tem papel de liderança. Logo, é quem coordena as atividades e atua como um facilitador  para a equipe. Enquanto o Product Owner exerce a função de gerência, o Master atua  como um líder, orientando a equipe em direção à melhoria contínua. 

Scrum Team

É a equipe formada para cada bloco do projeto. Dessa maneira, são os times que têm a  finalidade de cumprir o que foi planejado pelo Product Owner. 

 

Quais são os benefícios da Metodologia Scrum?

Como já comentamos, atualmente o Scrum é um dos métodos mais aplicados em  empresas de todos os portes e setores. Isso se deve à facilidade de sua implementação e  vantagens que oferece. A seguir, confira quais são as principais. 

Entregas rápidas e previsíveis

Como o Scrum divide o processo em ciclos pequenos, cada membro da equipe sabe  exatamente o que precisa ser feito em determinado prazo. Com isso, o time consegue se  programar melhor para cumprir esse objetivo, contribuindo para entregas previsíveis e a  curto prazo. 

Adaptabilidade

Além de poder ser aplicada em qualquer negócio, a Metodologia Scrum permite que a  empresa tenha reações rápidas às mudanças geradas pelas necessidades do cliente ou do  mercado. 

Colaboração entre os colaboradores

Os times de Scrum são estimulados a se organizarem e produzirem de forma autônoma.  Com isso, além de incentivar a colaboração entre os membros, também promove a  motivação dos funcionários e a criação de times auto gerenciáveis.

Produtividade

Como os colaboradores executam atividades específicas, há um aumento expressivo na  produtividade. Além disso, há menos riscos de falhas, redução da necessidade de  retrabalho e elevação da qualidade do serviço ou produto final. 

Comunicação

Como os blocos de atividades envolvem diferentes profissionais, o Scrum estimula uma  comunicação eficiente entre os colaboradores, bem como a transparência nas  informações. Isso também decorre do fato de as equipes terem mais autonomia, pois é  preciso que os dados sejam acessíveis a todos de maneira clara. 

Melhoria contínua

Como a Metodologia Scrum exige reuniões periódicas com feedbacks das equipes, a  tendência é de que tanto os processos quanto os profissionais estejam em constante  aprimoramento. 

Eficiência

Um dos objetivos dessa ferramenta de gestão é fazer mais em menos tempo. Então, sua  aplicação garante uma maior eficiência no fluxo de trabalho, fator que impacta  diretamente nos resultados da empresa. 

Como aplicar o método?

Agora que você já conhece o que é a Metodologia Scrum e descobriu seus principais  benefícios, é hora de entender como colocá-la em prática. Por isso, listamos os passos  que você deve seguir para implementar o método em sua empresa. Acompanhe.

1- Escolha o Product Owner

O primeiro passo é definir o profissional que realizará o planejamento do projeto com  base nos requisitos no cliente.

2- Defina o Scrum Master e as equipes

Em seguida, é preciso montar as equipes e definir quem será o líder de cada uma delas. O ideal é que os times não sejam muito grandes e que sejam formados por profissionais de  diferentes áreas. Dessa forma, garante-se que as equipes tenham autonomia para tomar as próprias decisões em conjunto e para executar o bloco com eficácia.

3- Crie o backlog do produto

Essa é a hora de definir a ordem de prioridade das tarefas e estipular o que será feito  pelos colaboradores. Ou seja, é preciso elaborar uma lista de tudo o que deve ser feito  para atingir o objetivo final.

4- Planeje os sprints

O quarto passo se refere ao planejamento dos blocos que compõem o projeto. Logo, além de definir quantos sprints são necessários, é preciso definir quantas tarefas deverão ser  realizadas, bem como o tempo de duração de cada ciclo.

5- Faça reuniões diárias

Depois de distribuir as tarefas, é o momento de começar a execução das tarefas. Para  isso, é preciso que todos os membros da equipe compreendam suas funções e estejam  bem alinhados. Isso permite mais agilidade e assertividade na execução. 

Então, as reuniões diárias são fundamentais. Não é preciso que elas durem muito tempo.  Alguns minutos já são o suficiente.

6- Revisão dos Sprints

Ao finalizar cada bloco, é essencial que a equipe faça uma revisão das tarefas e de como  foi o processo. Em seguida, o Product Owner também deve validar o que foi feito. Essa  retrospectiva é indispensável para aprender com os erros e, assim, garantir uma melhoria  contínua. 

 

Como você viu, a Metodologia Scrum é uma ferramenta de gestão extremamente eficaz  para o sucesso de um negócio. É um método simples e que não exige grandes  investimentos. Basta organizar os papéis de cada um e que todos se comprometam com o  processo. Portanto, não deixe de colocar em prática o nosso passo a passo. 

Quer mais dicas sobre como melhorar os resultados da sua empresa? Então, assine a  nossa newsletter e receba os melhores materiais direto em sua caixa de entrada.

 

 

 

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Employee Experience: saiba mais sobre a experiência do colaborador


Quem está à frente de uma equipe ou trabalha com gestão de pessoas sabe o quanto a experiência do colaborador é fundamental para garantir o sucesso da empresa. Por isso ter um ambiente interno de qualidade, com excelente clima organizacional e integração dos funcionários é tão importante. O employee experience, ou experiência do colaborador, é uma estratégia que contribui para garantir esse nível de satisfação do colaborador.

Neste artigo, mostraremos o quanto a sua empresa pode impulsionar resultados essenciais como produtividade, qualidade do atendimento e integração entre equipes implementando o employee experience na gestão de pessoas. Descubra quais são as principais vantagens dessa técnica e veja quais são as principais ações que podem otimizar esse relacionamento entre a empresa e seu público interno. Boa leitura!

 

Entenda o que é employee experience

Desde o processo de seleção e recrutamento até o dia a dia na empresa o colaborador desenvolve várias percepções a respeito da empresa. Em alguns momentos ele pode perceber o quanto o negócio é coerente com princípios e valores e em outras situações nem tanto. Dessa forma, assim como a marca constrói um legado com seu público externo, pouco a pouco isso acontece no ambiente interno.

Depois de algum tempo, a experiência de vários colaboradores começa a se reunir, transformando essa imagem individual em algo maior, o que pode se transformar nas diretrizes para a cultura organizacional. Assim, além do cuidado com os apontamentos para a construção da personalidade da empresa, também é fundamental observar o que acontece na prática e como seus colaboradores percebem essa relação.

 

Veja as principais vantagens da experiência do colaborador

Imagine que um gestor de sucesso consiga alcançar uma boa experiência do colaborador, fazendo com que os funcionários se percebam parte da empresa e tenham bons relacionamentos com a organização. Além de um ambiente saudável, com excelente qualidade de vida no trabalho, outras características também poderão ser percebidas.

Clima organizacional

Talvez este seja um dos principais indicadores para quem trabalha com gestão de pessoas. Afinal, o clima organizacional conta exatamente como o público interno percebe a empresa. Um bom clima organizacional vai impactar na redução de preocupações e situações problemas com os colaboradores e a experiência do colaborador pode ser fundamental para isso.

Integração

Pensando não somente no funcionamento interno da empresa, mas também sobre aquilo que ela oferece para o público, é muito importante entender o quanto a integração entre funcionários e até mesmo equipes auxilia na consolidação da imagem da marca. Uma boa experiência do colaborador ajuda a reduzir a competitividade interna, conduzindo o time para trabalhar de forma mais cooperativa, tendo os objetivos da empresa como foco em comum.

Liderança

O trabalho das lideranças nem sempre é percebido com facilidade, mas é uma qualidade importantíssima para garantir uma comunicação transparente entre a administração e os colaboradores. O employee experience ajuda os líderes a terem um posicionamento pautado na gestão de pessoas e os funcionários a confiar mais nesses papéis de liderança.

Retenção de talentos

Outro ponto importantíssimo para a empresa é a retenção de talentos. Afinal, identificar e contratar um funcionário com o fit cultural pode ser algo relativamente complexo, mas mantê-lo na organização, engajado e motivado, é uma tarefa de igual peso. Além de otimizar a retenção de talentos, uma boa experiência do colaborador reduz a rotatividade de funcionários.

A experiência do colaborador vai desde um processo de contratação de qualidade, como a admissão digital, até o dia a dia na empresa.

Produtividade

Um benefício da experiência do colaborador na empresa é o nível de produtividade. Com funcionários mais confiantes e motivados a tendência é que o serviço seja executado de maneira mais eficiente, impulsionando os resultados do negócio.

 

Descubra como otimizar a experiência do colaborador

Depois de conferir importantes motivos para implementar o employee experience no seu negócio, talvez você esteja se perguntando quais seriam as melhores práticas para garantir que seu público interno fique cada vez mais alinhado com os objetivos e metas da empresa, além de apresentar proatividade e satisfação com o trabalho.

Jornada do colaborador

Assim como existe a jornada do cliente, que ajuda a entender todos os passos do seu consumidor até o fechamento da compra, a jornada do colaborador também serve como um mapa que identifica todos os passos do funcionário desde o processo de recrutamento até seu desligamento da empresa.

Com estas informações fica mais fácil descobrir como otimizar o employee experience. Use a inteligência de dados para garantir a documentação adequada dos perfis de comportamento e entenda como melhorar a qualidade de cada processo.

Feedback contínuo

Outro ponto importante é a entrega de um feedback contínuo sobre as ações dos empregados. Muitas vezes o funcionário faz seu trabalho, mas não tem segurança suficiente para entender se está no caminho certo, nem se suas ações estão sendo reconhecidas e valorizadas pela empresa. Esse processo ajuda a orientar e motivar o público interno.

Reconhecimento e valorização

Além de ações como o feedback contínuo, reuniões, elogios e outras ações podem ser inseridas para ajudar o colaborador a se sentir uma parte muito importante da empresa. Campanhas para ajudar a reconhecer e valorizar os funcionários é um ponto muito importante, que pode ser executado em parceria com as lideranças da organização.

Capacitação e treinamentos

O processo de capacitação e treinamentos ajuda a inserir os colaboradores na cultura da empresa, sendo um momento não apenas para difundir conhecimento, mas principalmente de trocas. Esses eventos ajudam a fortalecer a imagem da empresa para os colaboradores, além de impulsionar a integração entre os mesmos.

Programa de benefícios

Outra iniciativa importante para o employee experience é a implementação de um programa contínuo de benefícios que reforce o reconhecimento da empresa. Essa ação incentiva os funcionários a se alinharem com a cultura organizacional, além de motivar e engajar quem atua de maneira coerente.

 

Confira as tendências da experiência do colaborador

Um dos principais pontos que otimiza o employee experience atualmente é o uso da tecnologia para a implementação de vários processos. Além de ter melhor custo-benefício, existem várias ferramentas como ERPs e CRMs que permitem uma maior compreensão de quem é seu público interno, além de ajudá-lo a se integrar com os processos da empresa.

Como você deve ter percebido, o employee experience, ou experiência do colaborador, é uma estratégia fantástica para ajudar o público interno a se identificar com a cultura organizacional e se sentir motivado a contribuir de maneira eficiente e proativa com os objetivos da empresa. Desde o processo da contratação é importante pensar nos pontos que contribuirão para oferecer uma experiência de qualidade.

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Plano de carreira: aprenda a construir um!


 

Plano de carreira é um programa bem estruturado que determina as etapas de uma trajetória profissional. Ele é traçado segundo os cargos, perfis e objetivos do colaborador, servindo como um guia para o crescimento do funcionário na empresa. 

Em outras palavras, um eficiente plano de carreira é um instrumento importante, pois aponta a evolução do colaborador. Ele serve como apoio para que o gestor encontre os melhores talentos para as vagas disponíveis na organização. 

Deseja aprofundar um pouco mais sobre esse assunto? É só continuar a leitura deste post. Confira!

 

Passos para a construção de um plano de carreira

Você ainda não tem o plano de carreira de sua equipe? O que falta para executar? Por ser um instrumento relevante, ele deve ser elaborado de forma estratégica, visando alinhar os interesses da organização e dos funcionários. Vamos iniciar? É só seguir esse simples passo a passo em 5 etapas!

1. Alinhamento dos interesses

Ciente dos objetivos da empresa, é hora de dialogar com sua equipe para entender quais as suas pretensões profissionais e, inclusive, pessoais. A ideia aqui é definir o que é vantajoso para cada colaborador e a organização. 

A partir dessa análise, vale alinhar com o colaborador os cargos que ele pretende ocupar em um curto, médio e longo prazo. Nesse sentido, comunique quais as competências requeridas para assumir tais posições.   

2. Potencialização das forças

O segundo e importante passo é focar nos pontos fortes dos funcionários. Afinal, é muito mais vantajoso potencializar as habilidades que eles já possuem do que desenvolver novas competências.

Mas, quais os resultados dessa ação? São inúmeros. Além agilizar o crescimento profissional, traz um retorno muito mais rápido e gastos inferiores se compararmos aos de desenvolvimento de novas habilidades.

3. Estabelecimento de metas reais

Aqui você já tem um diagnóstico dos colaboradores, certo? Com os objetivos já definidos, dá para criar um planejamento das metas. Nesse sentido, vale descrever as atividades necessárias para a evolução do plano de carreira.

Pensando em atingir sucesso nessa etapa, é bom que tanto a empresa quanto o colaborador estejam cientes sobre os passos necessários, bem como as limitações. Em seguida, não esqueça de estipular prazos possíveis de serem cumpridos. 

4. Avaliações e novas adequações

No decorrer da trajetória na empresa, é comum que colaboradores mudem seus objetivos profissionais. Por isso, cabe ao gestor realizar avaliações periódicas para proceder com possíveis adequações.

Nessa etapa, é válido o suporte de ferramentas que controlam a produtividade, avaliações de desempenho e outras para que o plano de carreira se torne um instrumento eficiente e resulte em vantagens competitivas.

5. Treinamentos e atualizações

Um plano de carreira de sucesso depende de uma política bem estruturada de treinamentos. Por isso, utilizar as avaliações de desempenho é um passo importante para identificar cada ponto de melhoria.

Em seguida, os workshops são essenciais para desenvolver as habilidades técnicas. Aliado a esse processo, os treinamentos comportamentais e até os institucionais contribuem com a evolução da equipe e o crescimento organizacional.  

 

Reunir os colaboradores para construir um plano de carreira é uma estratégia inteligente para a retenção de talentos. Tendo foco, determinação e disciplina, você tem em um curto espaço de tempo uma equipe com as competências e habilidades necessárias para assumir novos cargos na organização.

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Gestão de resultados: uma análise em poucos e simples passos!


Você já ouviu a expressão: ano novo, metas novas? Esse termo não faz parte apenas da vida das pessoas. No contexto organizacional, ele está presente com foco na Gestão de resultados. O objetivo é analisar o desempenho da organização no presente e planejar ações de melhoria para o futuro.  

No final de ano, muitas empresas diminuem o ritmo de trabalho e até concedem férias coletivas para os colaboradores. Logo, é um momento bastante oportuno para você traçar novos planos para sua organização. Gostou da ideia? Quer aprender mais sobre esse assunto? É só curtir a leitura deste post. Confira!

 

Como implantar a gestão de resultados em 4 passos?

Você já refletiu sobre os objetivos do seu negócio nesse próximo ano? De repente, é o aumento do número de vendas, reestruturação dos processos ou outros propósitos. Toda essa análise faz parte da gestão de resultados que pode ser implantada com um simples passo a passo. Veja!

  • Analisar resultados do ano em curso

Não se faz um planejamento sem informações que mostrem o desempenho organizacional no ano em curso. Com acesso a esse material, é possível analisar os resultados da organização e, inclusive, traçar novos objetivos. 

Para facilitar sua missão, é só seguir esse padrão. Responda com base em dados e observações acerca de sua empresa: 

  • As metas desse ano foram atingidas? 
  • Quais os pontos positivos? 
  • Houve dificuldades? Quais?

Vale ressaltar que essa análise deve incluir observações relevantes para o período em questão.

  • Definir pontos de melhoria

Nenhum gestor tem “bola de cristal”. Por mais que os problemas estejam aparentes, nada melhor ser subsidiado por ferramentas ou técnicas de avaliação para uma melhor tomada de decisão. Para cumprir essa etapa com êxito, tome nota: 

  • Pesquisa de mercado: técnica importante para avaliar a concorrência, bem como captar informações sobre fornecedores, clientes e até possíveis parceiros;
  • Benchmarking: essa é uma estratégia interessante para detectar os pontos fortes e fracos do seu concorrente visando superá-los;
  • Análise SWOT: é uma ferramenta que analisa o ambiente interno e externo de sua empresa baseado em pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças.
  • Estabelecer novos objetivos

Definiu os pontos de melhoria? É hora de estabelecer os objetivos de sua empresa para o próximo ano. Aqui, considere as informações colhidas como fontes para elaborar um planejamento estratégico. Quer desenvolver na prática? Acompanhe:

  • sua empresa tem o objetivo de expandir o mercado consumidor? É bom incluir objetivos de atração de público e de aumento de vendas.
  • a empresa precisa fidelizar clientes? Vale incluir ações com foco na retenção de potenciais clientes. 
  • Traçar novas metas

Agora está quase tudo pronto. A sua missão é enumerar os objetivos traçados e transformá-los em metas reais. O que isso quer dizer? Defina ações claras e possíveis de serem medidas. Veja um exemplo: 

O objetivo de sua empresa é aumentar o volume de vendas? Como dividir isso em metas? É simples! Potencialize as ações de marketing, crie estratégias para gerar tráfego qualificado e estabeleça alternativas para expandir o mercado consumidor.  

 

A Gestão de resultados é composta por ferramentas que mostram ao gestor a importância de refletir sobre o presente e o futuro da organização. Portanto, são simples passos que proporcionam crescimento, superação de obstáculos, bem como destaque perante a concorrência.  

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Qual é a importância de construir um planejamento estratégico? Saiba agora!


No mundo empresarial, existe um documento capaz de funcionar como uma bússola para os negócios: o planejamento estratégico. É ele quem determinará as ações a serem executadas e quanto recurso gastar para isso. Assim, todos os departamentos podem convergir para um mesmo cenário de crescimento.

Este artigo mostrará como isso é possível. Ao ler o texto, você entenderá melhor o conceito de planejar com inteligência, Verá porque isso é tão importante, afinal de contas e, por fim, saberá quais são as vantagens conseguidas por quem coloca em prática o planejamento em uma organização.

Pronto para a leitura? Então prossiga!

 

O que é um planejamento estratégico?

Ter um planejamento estratégico significa criar um caminho para tornar viável o alcance da visão de futuro de uma organização. É muito comum que gestores e líderes saibam onde querem fazer suas empresas chegarem, mas nem sempre o modo de percorrer esse caminho fica claro.

É o planejamento feito de forma inteligente (estrategicamente) que mostrará os passos a serem seguidos para alcançar o objetivo proposto. Por meio de definição de metas e etapas bem definidas, as ações a serem tomadas serão interconectadas visando o alvo da companhia.

 

Qual é a importância de ser guiado por um plano desses?

Imagine alguém fazendo uma viagem, só que sem saber qual é o destino e que caminho deve seguir para alcançar esse lugar desconhecido. Provavelmente nada nesse cenário dará certo, pois não existem objetivos a serem perseguidos.

Assim é uma empresa sem um planejamento estratégico, ficando “à deriva”. A importância desse plano está exatamente em direcionar recursos e esforços para atingir as metas traçadas. Cada departamento deve ser guiado pelo planejamento, pois assim os setores saberão o que fazer e quando fazer. Cada um contribuirá com sua parte para o bem maior da empresa.

 

Quais são as vantagens oferecidas por um planejamento estratégico?

Veja os principais benefícios proporcionados.

Maior vantagem competitiva

Infelizmente, várias empresas não são guiadas por um planejamento estratégico. Dessa forma, as companhias que o detém possuem larga vantagem no mercado. Ter um plano como guia das ações da empresa pode colocar uma organização em uma posição muito favorável frente às suas concorrentes.

Proteção contra mudanças de mercado

O mercado como um todo é muito dinâmico. Além disso, existem imprevistos que provocam guinadas repentinas e é preciso grande plasticidade para se adaptar. Empresas que contam com planejamento prévio estão menos susceptíveis a mudanças e podem se adaptar mais rapidamente, pois diversos cenários já são previamente desenhados e previstos.

Melhora a tomada de decisão

Nenhuma organização está imune a erros. No entanto, aquelas que contam com bons planejamentos podem corrigir suas falhas mais rapidamente, pois o processo de tomada de decisão é mais assertivo.

Ter um planejamento estratégico pode ser o diferencial de uma organização entre o sucesso e o fracasso. Assim, é recomendado estudar as técnicas e se estruturar antes mesmo de iniciar uma operação. Certamente o caminho traçado será percorrido de forma muito mais eficaz e os resultados atingidos trarão benefícios como aumento de lucro e crescimento contínuo.

 

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